Meu solitário pai numa noite de pandemia (Assine)

Meu solitário pai numa noite de pandemia

Sata T. F. (2002) – Mariana – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

Mentindo sobre o meu nome, que não é Carla, e falando a verdade sobre ter acabado de completar 18 anos, sei que sou negra bonita e gostosa, sei que muitos me olham e me querem, mas garanto que poucos, pouquíssimos mesmo, tiveram o privilégio de dizer que nunca viram uma xana tão apertadinha como a minha… coisa da raça, eu acho.

Um desses agraciados que viram… quer dizer que sentiram o aperto, o primeiro, por incrível que pareça, foi um branquelo. Era lá nos tempos da 8ª série, ele não queria nada comigo, a não ser me comer, mas foi tão sincero nessa sua declaração que ganhou a minha admiração e, de quebra, a minha virgindade, traçou a neguinha, frente e verso… e não foi uma vez só, não.

O segundo agraciado foi um pauzudo… quer dizer, um etno-afro como eu. Eu ainda me enroscava com o branquelo, gostava de dar pra ele, quando apareceu o tal daquilo bitelo, numa festa junina… na igreja, pode?

– E aí, neguinha, dá pra ser ou tá difícil?

Assine para continuar lendo

Assine por R$ 9,90 mensais e tenha acesso a centenas de contos renovados periodicamente

Encontre mais contos eróticos da Anna Riglane na

amazon

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s