A rapidinha mais delícia eu já dei (Leia)

A rapidinha mais delícia eu já dei

Izabella F. B. (2001) – Sorocaba – SP

Transcrito por Anna Riglane

 

Minha tranquilidade sexual acabou quando o Maurício, meu namorado, trouxe um amigo dele para ajudar no arranjo do meu novo quarto.
Que amigo! Tesão à primeira vista ou, para não dizer que fui volátil (volúvel), tesão que começou quando percebi as conferidas que o Dário, o amigo dele, dava para as minhas coxas e adjacências. Várias vezes flagrei ele olhando para a minha bunda. E o abraço + beijo no rosto que ele me deu na hora de ir embora… foi o mesmo que dizer quero te comer.
Que coisa, menino! Não respeita nem namorada do amigo?
O tempo passou, esqueci (de verdade?) aqueles lances, mas um dia, uns três meses depois, ele, o Dario, estava passando casualmente pela minha rua… muito casualmente mesmo.
E eu, casualmente, de verdade, estava voltando da farmácia abastecida com o meu estoque de camisinhas, gel e outros cremes, só pensando no dia seguinte, sábado, quando o meu namorado vinha me visitar, e os meus pais e irmão estariam fora.
Vou transar muito, eu pensava.
O Dário inventou umas três mil desculpas para estar por ali, praticamente em frente à minha casa, mas eu logo saquei que a sua desculpa ou o seu motivo era um só: eu.
– Entra um pouco. – falei. – E assim que entramos, coloquei-o contra a parede. – Fala a verdade… o que você está fazendo por aqui? – falei, olhando nos olhos dele.
Um segundo depois a gente já estava abraçados, no maior beijo… beijos e mais beijos, mão aqui, mãos ali, o pacote da farmácia caiu no chão, minha calcinha caiu no chão…
Que rapidez a do menino!
Certo que eu estava de vestido, facilitando as coisas, mas a loucura com que ele foi me metendo a mão, me deitando no sofá, puxando a minha calcinha, tirando, baixando a sua calça… põe loucura em tudo isso.
Uau!
Foi mais loucura ainda para mim quando vi o que saltou do meio das pernas dele.
Que pauzão!
E eu que já estava tesa e molhada, fiquei tesa ao quadrado… e ensopada, vertendo desejo de ser penetrada, socada.
Mas tive de agir rápido, esticar o braço, pegar o pacote e tirar uma camisinha para colocar nele. Se não faço isso, ele teria colocado em mim sem proteção mesmo… seria a maior delícia, adoro o leite escorrendo, mas não gosto de me arriscar.
Fiquei, ou ele me colocou, meio de frango assado, e mal peguei para ajeitar na entrada, ele já estava dentro, lá no fundo.
Que grito eu dei!
E não fiquei num grito só, não. Foram duas seguidas, tudo no maior fogo, e o que mais fiz foi gritar e gemer… gritar, gemer e gozar, gozar, e gozar.
Pena o nosso tempo ser curto. Bem que eu queria um descanso para depois chupar, retesar… bem que eu queria mais uma, de quatro.
Mas não deu, meu irmão estava para chegar… quer dizer, dei, sim, de quatro, mas só no dia seguinte, para o Maurício… dando pra ele e recordando as delícias do dia anterior.
Como eu amo tudo isso!

 


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