Coloca a menina no banho e vamos transar… perigosamente (Leia)

Coloca a menina no banho e vamos transar… perigosamente

Jorge L. J (1980) – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

 

Esta é uma daquelas aventuras que você não imagina que possa acontecer, não espera que pode acontecer e até quase nem acredita que de fato aconteceu.

Mas, verdade mesmo, essa é uma daquelas frias em que você entra sem saber que corre o risco de acabar sem vida.

Tenho 39 anos, sou casado, não sou de sair em busca de aventuras, estou trabalhando em home office, por causa da pandemia e, cansado de ficar dentro de casa, saí para umas voltas, tomar um pouco de Sol, e aproveitei para levar o pequeno cachorro.

Passei por um mercadinho, não entrei por causa do cachorro, mas pedi à dona que pegasse as coisas que eu queria.

Enquanto a mulher andava pelos corredores chegou outra mulher, bem mais nova que eu, corpo chamativo, rosto bonito escondido pela máscara sanitária, e segurando pela mão uma menininha, quase de colo.

De imediato, um menininho, que acreditei ser filho da dona do mercadinho, já aproximou da menininha querendo brincar, e a segurava para que não se afastasse com a mãe.

– Acho que a sua filha arranjou um admirador. – falei para a mulher, a moça.

– Arrumou mesmo… mas não é minha filha, não.

– Não? É o que, então, sobrinha, irmã…?

– É irmã… não… quer dizer, é filha da minha irmã.

– Sobrinha, então… – falei, mas já sacando que havia alguma coisa, ela não queria revelar que era mãe.

– Isso… é minha sobrinha. – ela falou, meio olhando para baixo, como que não querendo ser pega numa mentira.

Achei que ela estava querendo uma cantada e arrisquei.

– E a mãe… quer dizer, a tia? – perguntei.

– A tia… eu…? O que tem eu?

– É casada, tem namorada… quer…?

– Quer o quê? – ela perguntou, sem jeito.

– Quer… quer companhia?

Foi fácil demais.

Uns vinte minutos depois eu já tinha trazido o cachorro em casa e já estava me anunciando no prédio da moça, como o técnico que ia arrumar o exaustor do fogão. Não entendo pirocas de exaustor, mas como ela disse que o dela precisava de conserto…

– E a tua filha? – perguntei, assim que entrei no apartamento e percebi que estávamos próximos de nos agarrar, tão intensas eram as trocas de olhares.

– Vou colocar ela no banho. – ela respondeu, sem perceber que eu tinha me referido à menina como sendo filha dela.

Esperei na sala, sentado no sofá, só imaginando quantos caras a moça devia receber ali. Era bonita, era gostosa, era fácil… comedores é que não deviam faltar. Cheguei mesmo a pensar se valia a pena.

Pois só valeu.

A moça, a Regina, como me revelou, que até então usava uma moletom e uma espécie de bata, mal retornou do banheiro e já estava só com a bata, e eu só de camiseta, pois nos agarramos com a fúria de quem fazia meses não dava uma.

Eu até que não estava muito a perigo, mas diante de uma novidade sexual, uma moça de rosto lindo, agora sem a máscara, e um corpo dos mais tesudos, pernas mais que deliciosas, xana com pelos apenas levemente aparados… logo me senti como se estivesse a perigo também.

E foi ali mesmo, no sofá, ela só fechou as cortinas e, literalmente, abriu as pernas. Abriu por baixo, abriu por cima, ficou de frango assado, me cavalgou, se pôs de quatro, me chupou, foi chupada.

A moça era mesmo só energia, e queria descarregar tudo comigo, descarregou tudo comigo.

Já era de tardezinha, a menina já fazia um tempo que fora tirada do banho e colocada para dormir no quarto, eu pensava que até dava tempo para mais uma, quando ela me trouxe para a real.

– Você precisa ir, meu mar… meu cunhado e a minha irmã estão para chegar.

Cunhado e irmã… tá bom. – pensei, mas não falei nada, pois, de repente, me dei conta de que eu estava correndo sérios riscos.

E estava mesmo.

Passava pela portaria, ao mesmo tempo em que entrava um sujeito, com uniforme de policial e armado.

– Conseguiu arrumar? – perguntou o porteiro, para mim.

– Arrumar o quê? – perguntei, esquecido.

– O exaustor, oras. – me respondeu ele e, depois, virando para o policial. – Ele é o técnico que veio arrumar o exaustor. A dona Regina o chamou.

Comecei a procurar a saída mais rápida, pra não dizer que já estava cagando nas calças.

– Ah… sim! – disse o policial. – E arrumou?

– Arrumei… quer dizer, tenho de pegar uma ferramenta no carro… eu já volto e termino o serviço.

Falei e já fui saindo.

Maldito porteiro! Só faltava ele falar que eu tinha ficado quase toda a tarde lá…

E mal atravessei o portão já me pus numa caminha apressada, quase uma corrida, fugindo do alcance de algum possível tiro.

E dei uma volta enorme antes de retornar ao meu prédio, só imaginando ou tentando imaginar que rolo teria dado quando o marido, armado, chegasse em casa.

Faz um bom tempo que não passo nem perto daquele mercadinho e muito menos do prédio onde… onde comi a mulher do cara.

 


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