Meu padrasto queria comer o que eu nunca tinha dado (Leia)

Meu padrasto queria comer o que eu nunca tinha dado

Adriana M. T. (2002) – J. Míriam – São Paulo – SP
Transcrito por Anna Riglane

Depois de quase dez anos de uma boa convivência com o meu padrasto comecei a notar algumas coisas meio diferentes no seu comportamento em relação a mim.
Foi quando entrei para a faculdade e comecei a fazer amizades com pessoas de outro nível, meninos e meninas com a cabeça mais aberta, bate-papos, cerveja nos barzinhos… outra vida.
Até então eu tinha um único namorado desde os meus 13 anos, e o namoro começou a azedar por causa dos ciúmes dele com as minhas novas amizades. Na verdade, antes da faculdade eu já não tinha quase amizade nenhuma, devido às implicações dele.
Aconteceu, então, que certa noite eu estava chegando da faculdade de carona com um casal de amigos, meu namorado estava na porta da minha casa me esperando, armou um barraco tão grande que meu padrasto acabou intervindo, mandando ele ficar quieto.
No dia seguinte ele veio pedir desculpas, mas antes disso o meu padrasto já havia me falado algumas coisas, sugerindo até que eu terminasse aquele namoro.
– Com tantos garotos bonitos e mais educados que você está conhecendo… vai ficar perdendo tempo com esse ignorante aí? – meu padrasto me falou, e não gostei muito, pois, afinal, era o meu namorado e eu gostava dele.
Mas então, desse dia em diante, meu padrasto já não era o mesmo comigo… era uma coisa quando minha mãe estava junto, e outra coisa quando estávamos só nós dois.
E estarmos só nós dois era, desde então, coisa que mais acontecia, pois ele passou a me levar e buscar em quase todos os lugares, me convidava para tomar lanche na padaria, depois numa lanchonete do shopping, me comprou um celular novo, e até me levou para tomar cerveja.
– Tô começando a ficar desconfiada de que você está querendo alguma coisa comigo. – falei um dia, e falei sem pensar, apenas como brincadeira, pois não acreditava mesmo que ele estava querendo me ganhar.
– Mas a verdade é que estou mesmo. – ele disse. – Faz tempo que venho te olhando, te observando… você me provoca arrepios, sabia?
– Eu te provoco arrepios…? Mas e a minha mãe?
– Também. Gosto muito dela, nem penso em me separar dela… mas eu queria ter pelo menos um gostinho de você.
– Para com isso! Não vou permitir que você traia a minha mãe e muito menos vou colaborar com isso… Mas se for trair, nem conte comigo, não quero causar esse dissabor a ela. Imagina, a própria filha.
– Mas ela não precisa ficar sabendo.
– Mas não, é? Pois olha que sou capaz de contar pra ela que você está me cantando.
– Não faça isso não! E tem uma coisa.
– Que coisa?
– Se você não aceitar, acho que vou mesmo procurar em outra.
– Procurar em outra o quê?
– Uma coisa que nunca tive e que sua mãe não me dá de jeito nenhum.
– E que coisa é essa. Sempre pensei que vocês se dessem bem no namoro.
– E a gente se dá, mas você sabe a sua mãe como é… toda religiosa, cheia de coisinhas.
– Sim… mas e daí… o que é que ela não te dá?
– Uma coisa que você tem muito exuberante, muito lindinha, e que todo mundo admira e deseja, com certeza.
– Que coisa é essa? – perguntei, já adivinhando e temendo a resposta.
– Essa sua bundinha… – ele falou, passando a mão.
– Tá maluco? Isso é coisa que nunca fiz e nunca vou fazer.
– Poxa! Tá igual à tua mãe, é?
– Não sei se estou igual, mas isso é coisa que não me passa pela cabeça… E tem mais… se eu tiver de fazer, com certeza não vai ser com você.
– Te dou um carro.
– Mas o que é… tá me me chamando de puta?
– De jeito… Pense num carro para você ir e voltar da faculdade, passear com amigos e amigas, dar caronas, dias de chuva…
(…)
Um carro para ir e voltar da faculdade, passear com amigos e amigas, dar carona…
Um carro para ir e voltar da faculdade, passear com amigos e amigas, dar carona…
Um carro para ir e voltar da faculdade, passear com amigos e amigas, dar carona…
(…)
– Mas olha… é só uma vez, hem! E nem sei se vou conseguir fazer isso aí.
– Consegue sim… Vamos num motel.
– Claro! não vou sacanear a minha mãe dentro da própria casa dela.
(..)
Foi meio estranho.
Marcamos um dia, mas conforme esse dia se aproximava eu ficava me perguntando se iria mesmo conseguir entrar num motel com o meu padrasto, ficar nua na frente dele, ver o negócio dele, deixar ele enfiar o negócio em mim… na minha bun…
Meu Deus… um buraquinho tão apertado!
– A gente não pode ir e fazer só o normal? – perguntei, na véspera.
– Mas vamos fazer o normal também. Vamos fazer o normal nessa xoxotinha gostosa aqui – passando a mão e apertando -, e vamos fazer normal nessa bundinha aqui. – me agarrando por trás.
Não teve jeito. Passei uma noite pensando em desistir do carro, de tudo, mas de tanto pensar, quando chegou o dia seguinte eu já nem me preocupava mais com o carro… queria ir com ele e pronto, desse o que desse.
E deu… quer dizer, dei.
Realmente, como eu imaginava, tudo começou meio estranho, coisa bem diferente da minha primeira vez, que foi com o meu namorado, e coisa diferente das outras vezes também, que foi sempre com ele.
Mas, passado os primeiros minutos, ele me tocando, brincando com os meus peitos, chupando, passando a mão na minha xota, chupando, me deixando peladinha, ficando peladão… quando vi…
Quando vi eu já estava por cima dele, ajeitando a sua piroca na minha xota, sentando, mexendo, gemendo…
Nem acreditava, mas estava transando com o meu padrasto, ele estava me comendo, ou eu estava comendo ele.
Mas depois ele me comeu também, ficou por cima, me colocou de quatro, me fez chupar… ou eu chupei porque queria mesmo chupar.
E então chegou a vez da minha bundinha, do meu cuzinho… e já comecei a travar.
Mas ele entendeu o meu medo e me deixou ficar por cima, passou bastante gel e deixou que eu sentasse devagar, que controlasse a passagem da cabecinha… coisa mais doída, parecia que estava rasgando tudo.
E esperou que eu relaxasse, que acomodasse, engolisse tudo, para só então tirar, me pegar de quatro e…
– Quero sentir essa bunda… mexe ela, mexe! – ele ficava pedindo.
Nem acreditei que dei o cu… que dei o cu para o meu padrasto… e que gostei de dar o cu.
Não vou dizer que adorei, mas que gostei, gostei… bastantão.
E nem foi pelo carro, não.


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