Garoto de Programa… histórias de um comedor (Assine)

Aqui estão alguns dos dos muitos casos que tenho para contar. Casos curiosos, casos engraçados, casos perigosos, por mim vividos desde que comecei a fazer programas com mulheres carentes, necessitadas, a maioria delas casadas. Comecei nessa vida em 2011, ainda com 22 anos de idade, na faculdade…

Comendo o marido da cliente

Paulo Vinícius (1988) – Vila Guarani – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

Como já sabem, comecei nessa vida em 2011, ainda com 22 anos de idade, na faculdade, para pagar o meu curso. Na época, duas colegas de classe me disputavam, e foi uma delas quem, me sugeriu ou me induziu à prostituição.

– Você é bom comedor, cara… e tem uma ferramenta profissional… Por que não se profissionaliza?

Profissionalizei-me, e foi ela quem me arranjou as primeiras clientes, que depois foram indicando umas paras as outras, e não parei mais.

Hoje, dez anos depois, tenho apartamento, carro e uma vida bem estabilizada, tudo conquistado com muito trabalho (e pau) duro.

E é cada coisa que tenho passado, que tenho visto! Este caso é um deles.

Certa vez, há não muito tempo, fui procurado por uma mulher um tanto enrolada. Verdade mesmo é que ela estava com o maior medo de encarar uma aventura fora do casamento, precisava dessa aventura, mas me enrolou com muitos telefonemas e Whatsapp até, finalmente, criar coragem para me visitar e dar uma expressa.

A “expressa” que eu digo é a popular rapidinha, meia hora de programa no máximo. Depois tem a “romântica”, duas horas, e a “derrubada”, de quatro a cinco horas.

Os preços são de acordo, do mais acessível a até meio salário mínimo, se a dona for facilmente comível, pois se for aquelas difíceis de encarar, o preço dobra. Com exceção da primeira vez, a maioria quer mesmo a segunda ou, mais ainda, a terceira opção.

Pois bem… como costumo fazer, antes de colocar as mãos em obra (as mãos, a boca, o pau, alguns acessórios), combinei com a Joelma (o nome é bem outro) simularmos um encontro casual num shopping (Plaza Sul), para ela me conhecer pessoalmente e adquirir confiança, e também para que eu tivesse uma ideia do que eu tinha pela frente.

Um mulherão!

Super bem vestida, super educada, refinada, bonita, mas com aquela carinha de quem se envergonhava do que estava fazendo.

Fiz com que relaxasse, conversamos uma pouco ali, e depois mais outro tanto por telefone, e ela sempre me dizendo que o marido era um amor de pessoa, que fazia tudo por ela, mas que não devia gostar sexualmente dela, pois só a procurava dentro da rotina básica do casamento e nunca a satisfazia por completo.

– Sabe… tenho vontade de fazer coisas, variar… – ela começou a me dizer pelo telefone, depois do daquele encontro, acho que já mais confiante.

– Variar… fazer com dois, com mulheres…?

– Também… quer dizer, não com mulheres, mas com ele e algum outro… entende?

– Sim, entendo.

– E também… tem uma coisa que nunca fiz…

– O quê?

– Ah! Acho que tenho vergonha de falar.

– Hum…! Deixa eu ver… sexo anal.

– É.

– E nunca fez por quê?

– Bom… quando eu era menina, tinha um menino que queria fazer comigo, mas eu nunca fiz, eu era virgem ainda e tinha o maior medo… já ir direto assim, entende?

– E com o marido?

– Ele nunca pediu e eu nunca achei um jeito para oferecer.

– Eu como teu cuzinho. – falei.

– Nossa! Não fale desse jeito. Me deixa encabulada.

E olha que falávamos ao telefone.

Mas não comi o cuzinho dela, na primeira vez eu não comi.

Mesmo sendo esposa de um industrial e morando no Alto do Morumbi, mesmo tendo grana de sobra para me pagar uma derrubada, ela me contratou para um expressa apenas.

– Não sei como vai ser, como vou me sair. Não sei nem mesmo se vou criar coragem para ir.

– Teu horário está reservado, meu apartamento te espera.

E que horário que ela escolheu!

Logo de manhã, das sete e meia às oito. Minha primeira cliente daquele dia seria às dez, bem que eu podia dormir um pouco mais, mas aceitei atender a Joelma naquele horário… talvez porque, como acontece com algumas clientes, eu estava mesmo com uma certa vontade de comer ela.

E então, naquele dia, ela levou o marido até o aeroporto de Congonhas (Ponte Aérea), e depois, no caminho de volta para casa, passou aqui no meu apartamento, num número qualquer da rua Capitão Cavalcante.

Estava vestida de modo simples, mas muito elegante, e demonstrava um nervosismo um tanto exagerado. É normal que na primeira vez algumas clientes cheguem um tanto nervosas, encabuladas, constrangidas até, mas a Joelma estava demais, chegava a tremer.

– Calma, mulher! Você não está cometendo nenhum crime.

– É pior, eu acho. Não sei porque sou assim, escuto as minhas amigas falarem, parece tão fácil pra elas, mas eu…

Resultado… dos trinta minutos que ela tinha me contratado, mais de dez eu gastei só em conversas para deixá-la mais tranquila, calma.

Ela se acalmou, mas nem por isso relaxou por completo, tive de ir rompendo a sua resistência, o seu constrangimento, fui devagar, começando pelos seios, chupando cada um deles enquanto a mão ensaiava leves avanços entre as suas coxas, sua xana.

Ela foi se soltando, mas parecia que nem ia me deixar tirar a sua calcinha, fiquei beijando, lambendo por cima do tecido, procurando entrar pela bordas…

– A gente pode ficar no escuro? – ela pediu.

E foi só no escuro… quer dizer, no meio escuro, pois estava dia, que consegui tirar a sua calcinha e dar uma chupada bem caprichada, do tipo pra conquistar a cliente.

E só lá pelo vigésimo segundo minuto, agora com ela bem peladinha, é que chegamos aos finalmentes… mas no papai e mamãe.

Dei aquela judiada, primeiro só esfregando a cabecinha, e só quando parecia que ela ia gozar, de tanto tesão, é que atolei, soquei, bombei, e arranquei dela alguns gritos e muitas unhadas.

A mulher parecia que nunca tinha gozado… ou nunca tinha mesmo gozado, pois ficou mexendo, querendo mais, e pedindo…

– Vai! Vai! Enfia tudo… enfia tudo… come ela gostoso, me come gostoso, come…!

Parecia até que chorava também.

E chorou mesmo, lá pelo quadragésimo minuto, depois que a coloquei de frango assado e soquei, soquei, até fazer ela gozar uma segunda vez. Gozou, ficou meio desmaiada, meio soluçando, meio sei lá o quê.

– Me deve quatorze minutos de extras. – brinquei, quando, um tanto apressada, ela se vestia para ir embora.

Me pagou o dobro do combinado e sugeriu que na próxima vez ia querer uma romântica ou, quem sabe, uma derrubada.

Ganhei a cliente. – pensei.

E ganhei mesmo. Duas semanas depois ela voltou para uma derrubada, gozou até não aguentar mais, realizou o desejo de perder as pregas, adorou… e desde então, passou a ser uma grande contribuinte regular na minha conta bancária.

Mas faltava aquele outro desejo… transar com dois, o marido e outro homem, no caso, eu. E tanto conversamos, tanto trocamos ideias ao longo de quase um ano, que um dia ela me apareceu com uma surpresa impensável.

– Tomei meia garra de vinho, criei coragem, falei com ele e… Adivinha só. Ele parece até mais interessado que eu.

– Está vendo? Foi bem mais fácil.

– É. Mas tem um porém… a gente não se conhece, nunca estive com você antes, e vamos começar do zero… Fiquei encarregada de procurar um garoto de programa, vou te encontrar por acaso num anúncio, não conheço nada aqui…

Ainda tivemos mais um encontro, duas horas apenas, transamos, combinamos mais detalhes, e então, numa sexta-feira à noite, ela apareceu com o marido.

(…)

Estava um começo de noite bastante agradável e, devo confessar, havia uma certa ansiedade em mim, a ponto de, mesmo depois de atender duas clientes durante o dia, e gozando com a segunda, eu estar um tanto excitado com mais uma visita da Joelma, agora com o marido junto.

Separei e higienizei os brinquedos, preparei os preservativos, dei uma geral no ambiente, aromatizei a atmosfera, separei as bebidas e os petiscos, conferi a forminha de gelo… deixei tudo perfeito para uma noitada daquelas.

Claro que havia uma certa apreensão por ser a primeira vez que ela se apresentava com o marido, mas como ela havia afirmado, com muito entusiasmo até, que ele havia acatado a ideia, era esperar para ver. E digo isso porque já tive problemas com maridos que, na hora H, ficam enciumados com suas esposas.

Mas dessa vez foi muito diferente. Chegaram, pontualmente, no horário combinado, nove horas da noite, e o Alexandre (vou chamá-lo assim), logo demonstrou ser uma pessoa tão fina quanto a Joelma… educado, polido, mas com uma certa preocupação que ele tratou logo de manifestar assim que nos isolamos por alguns instantes enquanto preparávamos alguns drinks no barzinho.

– Sabe… minha esposa tem essa fantasia, e faço tudo por ela… sei que você é um profissional, mas como ela me parece meio nervosa, insegura, eu queria te pedir que tenha paciência, vai mais tranquilo… quero que seja uma experiência agradável pra ela.

– Eu entendo. – falei, e continuamos a conversar, eu cuidando para não deixar entender que tanto eu a conhecia muito bem quanto ela conhecia o ambiente, e a mim, é claro.

Juntos novamente na sala, bebericando, ouvindo música em volume romântico, descontraindo o espírito e o corpo, chegou um momento em que achei que devia começar. Verdade mesmo é que eu estava com vontade de tocar o corpo da Joelma.

E foi o que fiz.

A propósito de fechar um pouco mais a cortina, me coloquei por trás do sofá onde a Joelma estava sentada e comecei a brincar com os seus cabelo, elogiando-os e a ela também.

– Bonitos cabelos… tão bonitos quanto a dona, gostosos de pegar, brincar… o maridão aí pode se considerar uma pessoa feliz.

– Pois sou mesmo muito feliz. – ele começou a falar, e eu já estava com as mãos nos ombros, no pescoço… – Sou feliz e faço tudo para dar felicidade a ela. – ele continuava, e eu também, já descendo as mãos para os seios, adentrando sob o decote do vestido…

– Seios deliciosos… – fui falando, pegando, apalpando, tirando para fora do vestido.

Joelma era um misto de nervosismo e apreensão, por causa da presença do marido, junto com uma excitação fora do comum. Suas mãos tomaram as minhas e me conduziu para pegar mais, apertar mais.

O marido só olhando, não sei dizer com que tipo de emoção. Também parecia nervoso, também se mostrava excitado, mas eu ainda esperava, e arriscava, para ver no que ia dar.

– E essa xoxota…? Deve ser maravilhosa. – falei, curvando o corpo sobre os ombros da excitada Joelma, e tocando o seu sexo por cima do vestido. Sua reação foi abrir um pouco as pernas, a reação do marido foi se juntar a nós, adentrando por entre as coxas da esposa, como se fosse protegê-la das minhas mãos.

E a sua forma de proteger foi subir o vestido dela, aproximar sua boca e começar a beijar, lamber, chupar, sua xana, primeiro por sobre a calcinha, depois, aos pouco, puxando para o lado, puxando para baixo, tirando.

Enquanto isso… enquanto a Joelma se ajeitava melhor no sofá e abria as pernas para ser chupada pelo marido, nos beijávamos, eu sugava os seus seios, massageava… sempre num mini 69, pois ela continuava sentada na poltrona e eu em pé atrás dela.

Mas ela queria o meu pau, tentava pegá-lo por cima dos ombros, até pegava, queria chupar, mas a posição era  ruim e, então, foi se virando, ficando meio ajoelhada no sofá, de bunda para o marido… e com a boca no meu pau, chupando com todo o gosto, enquanto o marido, atrás dela, lhe chupava a xana.

Mas ela não chupou sozinha por muito tempo… o surpreendente aconteceu.

O Alexandre subiu chupando as costas dela, chegou nos ombros, beijou a sua face, e falou no seu ouvido.

– Tá chupando ele, tá?

– Hum hum! – ela fez, com a boca cheia.

– Tá gostoso? – ele perguntou, puxando e virando a face da esposa, tirando-a do meu pau e, ato contínuo, beijando-a na boca. Beijão mesmo, de língua, pura languidez.

– Gostoso, gostoso. – ela tentava falar, entre um beijo e outro.

– Quer chupar mais, quer?

– Quero, quero!

– Então chupa, tó!

Aí não acreditei… quer dizer, acreditei, pois não era a primeira vez que eu participava de cena parecia. O Alexandre pegou o meu pau e ficou colocando na boca da esposa… colocando, tirando, esfregando, tirando e beijando ela, colocando e beijando ela… e não demorou para que ele estivesse me chupando também.

Nesse momento, a Joelma parece que ficou meio chocada, como que não acreditando, e trocava olhares comigo, como a perguntar se aquilo era normal.

Puxei-a para cima, para beijar, enquanto o marido continuou a me chupar… e chupava com uma languidez cada vez maior, queria me engolir até a garganta.

A Joelma foi entendendo que aquilo era normal. Mas ela teve de entender mais coisas ainda.

O Alexandre, isto é, o marido mamador, começou a nos conduzir, tirando roupanda esposa, me colocando para chupar a xana dela, depois tirando a zua própria roupa e a minha, até me colocar uma camisinha no pau.

Nessas alturas, por ação dele, eu já estava sentado no sofá maior, e fez a esposa sentar no meu colo, de costas para mim, pegou o meu pau, ajeitou na xana da mulher, e só esperou a penetração para voltar a chupar… a xana dela e o meu pau.

De vez em quando fazia sair, enfiava na boca, chupava, depois voltava a fazer entrar na xana.

Eu, como sempre, segurava o meu gozo, enquanto a Joelma se desmanchava.

Ele nos fazia trocar de posição, colocava ela de quatro, de frango assado, comeu ela também, mas não desgrudava do meu pau.

E tanto não desgrudou que, nem acredito, teve um momento em que ficou só a me punhetar, foi punhetando, punhetando, fui perdendo o controle e acabei gozando… espirrei porra pra todo lado.

Paramos para uma pausa, um lanche, e foi a minha vez da Joelma falar comigo, num momento em que ele foi ao banheiro.

– Não acredito no que está acontecendo. – ela disse.

– Normal. Deixa rolar e aproveita. – falei.

– Só falta ele quer dar o rabo também.

– E o que tem demais… você também não dá?

– Sim, mas eu sou mulher, e além do mais, acho que eu tinha uma fantasia por causa do menino queria me comer quando eu era menina e não dei.

– Então… vai que ele também tem alguma fantasia! Vai que alguém quis comer e ele não deu!

– Será?

– Pode ser. Não dizem que quem não dá de pequeno dá depois de grande? Você não deu de pequena… vai ver que ele também não deu.

– E você deu quando pequeno? – ela perguntou.

– Vamos mudar de assunto. – brinquei, e por sorte ele logo voltou do banheiro.

E não é que eu tinha razão?

Começamos uma nova rodada, chupa daqui, come de lá, o homem quase não largando o meu pau, até que, num certo momento, depois de uma super cavalgada da Joelma, ele só esperou eu ficar com o pau de fora para tirar uma camisinha e colocar outra… e encheu de gel.

Ele quer que eu coma o cu dele, tive a certeza.

Mas eu estava enganado, momentaneamente enganado, pois ele juntou mais gel na mão, colocou ela de quatro, lambuzou toda a bunda dela, e pediu, pra ela:

– Deixa ele comer o teu bumbum, deixa! Experimenta… pra ver como é.

E depois pediu para mim:

– Vai devagar com ela… ela nunca fez.

Fui devagar, fingindo ser a primeira vez que eu comia o cu da mulher dele.

E a mulher dele fez todo o charme que soube fazer, fingindo ser a primeira vez que dava o cu.

– Tá doendo, amor? Vai devagar, moço! Relaxa, amor… já passou a cabecinha. Tá doendo? Tá gostoso…?

Ele ficou o tempo todo falando, como se fosse ele que estivesse dando.

Mas deu também.

Depois de um bom tempo, quando a Joelma já estava devidamente socada e saciada na bunda, ele me fez tirar, trocou a caminha, encheu de gel o meu pau, encheu de gel a própria bunda, se colocou de quatro no sofá.

– Vai Carlão! Eu dou… come… me come!

Quem era esse tal Carlão eu não sabia ainda, só sabia que o Alexandre estava mesmo com muita vontade de dar o cu pra ele, de tanto que mexeu, rebolou e gemeu com o meu pau atolado no seu rabo.

Eu eu… bom… comer a bunda dele foi tranquilo, apenas mais um cu. Mas todo aquele tesão que ele demonstrou, todo aquele rebolado… acabei gozando uma segunda vez.

Bem depois, lá pelo fim da festinha, todos arrebentados, o Alexandre contou que, realmente, quando moleque, tinha um tal de Carlão que queria comer ele, e que ele até andou com vontade de dar, mas como o sujeito queria que ele chupasse também, e ele não queria chupar, acabou nunca dando… de pequeno.


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O êxtase da dona Francisca
Servicinho de última hora, e o dia seguinte
Uma cliente muito especial

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