Agora eu não quero mais matar o meu sócio (Leia)

Fausto G. (1990) – Ourinhos – SP

Transcrito por Anna Riglane

 

Cheguei no apartamento do meu sócio soltando faíscas, com vontade de encher a testa dele de azeitonas, e teria enchido, se eu tivesse uma arma, e se não tivesse encontrado só a Catherine, mulher dele, uma linda mulher, por sinal, que eu queria espancar também, por ela também estar usufruindo do dinheiro que o desgraçado andava me roubando. Eu teria, se…

Entrei falando grosso, ameaçando chutar o que estivesse na minha frente.

– Vou colocar ele na cadeia. – eu gritava, nervoso, fora de controle.

Há quanto tempo o desgraçado vinha desviando dinheiro da firma? Eu trabalhando duro para levantar o negócio e ele tirando proveito na mão leve… E pensar que era meu amigo desde os tempos de infância, que jogávamos bola juntos, que já havíamos brigado por causa de uma mesma menina! Ele comeu, eu não.

Agora ele estava casado, tinha um apartamento de luxo, uma mulher bonita… mas sustentava tudo isso com o dinheiro que me roubava…

– Ah…! Eu mato, eu mato…

– Pelo amor de Deus! A gente vai acertar tudo com você… – começou a dizer, implorar, a mulher bonita… quer dizer, a Catherine, mulher dele, depois de alguns minutos me ouvindo esbravejar.

– Ah…! Quer dizer que você está sabendo de tudo, não é?

– Claro que não sei. Ele sempre me disse que a firma estava indo bem… Mas a gente acerta tudo, pode deixar.

– Vão acertar…? Como…? Posso saber?

– Não sei, eu… eu… Eu dou um jeito de arranjar o dinheiro. Quanto é?

– Você dá um jeito…? Quanto é? Bom… posso até não levar o caso à polícia, mas quero algo em troca.

Fui falando e abrindo a calça.

Deixa eu me explicar.

Normalmente, eu não faria uma coisa dessas, pois sempre tive e tenho muito respeito pelas mulheres, mas com a raiva que eu estava, eu queria mais era encher a boca da mulher dele de porra.

Gozar na boca da mulher dele era a maior vingança que eu via naquele momento… depois eu tratava de recuperar o dinheiro roubado, é claro.

Ela ficou me olhando, um tanto incrédula, travada, meu pau balançando à sua frente.

– Mas o que você está querendo… – ela perguntou, depois de algum tempo.

– Colocar o desgraçado do seu marido na cadeia. – falei.

– Mas…? – ela praticamente murmurou, enquanto apontava o olhar para o meu pau, como a perguntar o que significava aquilo.

– Chupa! – falei, esperei, fiz ares de quem não estava para brincadeira.

Que cena!

Ela titubeou, ficou me olhando, parecia querer falar um monte de coisas, mas acabou se ajoelhando aos meus pés, pegando o meu pau, levando na boca… chupando meio que mecanicamente, sem vontade.

E de fato, não chupou muito legal, mas com aquela boquinha linda, e todo o meu ódio, logo vi eu ia encher a sua boca.

Realmente, naquele dia, naquela primeira vez, a Catherine não chupou legal, demonstrava pavor enorme quando sentiu que eu estava me aproximando do momento final.

Quando senti que já não ia conseguir me segurar mais, tirei da sua boca, fiz ela terminar na mão, sujei o seu rosto, a sua blusa, mas não fui tão monstro a ponto de gozar dentro dela… o meu respeito pelas mulheres falou mais alto.

 

(…)

 

Da segunda vez em diante, além de chupar cada vez com mais graça e vontade, ela também aprendeu a tirar ou só baixar a blusa para não sujar.

Lá pela quinta ou sexta vez ela manifestou interesse em transar. Transamos, comi a sua xana num dia, comi noutro dia, noutro dia, até que…

– Estou te devendo algo. – ela disse, dando uma paradinha na chupada gostosa que estava me fazendo.

– O que? – perguntei.

Ela não falou mais nada, apenas segurou firme o meu pau com as duas mãos, voltou a chupar… e só parou quando a porra começou a vazar pelos cantos da sua boca. Ficou me olhando, meio travada, como sem saber o que fazer, até que me largou e correu para o banheiro.

– Desculpe… mas engolir eu não consigo.

– Consegue sim… Consegue aqui. – falei, juntando a sua xana, ainda coberta pelo moletom. – Consegue aqui… – falei, passando a mão na sua bunda.

– Você quer? – ela perguntou, com aquele jeitinho de gata.

 

(…)

 

E o ladrão…?

Por enquanto ele não sabe de nada. Mas sempre me dá aquela vontade de fazer ele ficar sabendo, só para ter mais graça.

Mas o meu respeito pelas mulheres, e também a parte deliciosa que é transar com a Catherine, comer a bundinha dela, gozar na boquinha dela… vou deixando quieto.

Mas nem tão quieto assim, pois o ladrão agora só consegue desviar pouca coisa, depois que tomei algumas precauções. E de tão esperto, é inocente, não desconfia de nada.

E não sabe, por exemplo, que, noutro dia, quando ele chegou em casa e me encontrou na sala conversando com a querida esposa dele, ela tinha acabado de voltar do banheiro, depois de lavar a boca, o rosto, os peitos…

Matar ele…?

Mas de jeito nenhum.

 



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