O pai do meu namorado me chupou, chupou… e depois comeu (Leia)

Adriana F. (2002) – Cidade Vargas – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

 

Não sei como isso foi acontecer… ou será que sei?

Fiz 18 aninhos, precisava trabalhar para ajudar a família, pagar os meus estudos, e o meu namorado, com medo que eu fosse dar pra todo mundo no meu emprego, tanto insistiu, tanto fez, que acabou arrumando para eu ir trabalhar na firma do pai dele.

Isso não vai prestar, logo pensei, mas não falei, pois eu bem já tinha percebido as olhadas que o homem me dava sempre que me via, geralmente na casa dele, desde que eu tinha meus 13, 14 anos.

Era cada conferida, cada comida de olhos.

O senhor Nestor, meu sogro, tem um depósito de bebidas e me colocou para trabalhar no escritório.

Na primeira semana ele me ensinou o serviço e só, não deu nenhuma cantada, não falou nenhuma brincadeirinha.

Na segunda semana ele me deu um litro de uísque, nem perguntou se eu bebia, coisa que realmente não faço. Ia dar para o meu namorado… o uísque, mas me toquei que ele talvez ficasse desconfiado do pai e, então, dei para um amigo meu.

Na terceira semana não aconteceu nada de especial, mas na quarta semana, logo na segunda-feira, logo na primeira hora, o velho falou que queria me comer.

E falou assim mesmo, na cara dura. Chegou dizendo que podia me pagar um salário bem maior, mas que em troca queria alguns favores sexuais.

Fiquei com vontade de falar que não sou puta, de lembrar que sou namorada do filho dele, mas não falei nada… Quer dizer, falei, sim.

– Eu vou pensar… tá bom? – afinal, eu não podia e nem queria me indispor com ele, tinha de ser educada, falar não com todo jeitinho.

Só que o homem não me deixava pensar, não me dava tempo, ficava perguntando o tempo todo…

E não adiantou nada eu falar que tinha vergonha de transar com ele, pois foi aí que ele achou que eu estava cedendo e, na quarta-feira, pediu para me chupar, só me chupar, não ia querer mais nada…

E foi aí que abri as pernas.

O depósito já estava para fechar, eu já estava me preparando para ir embora, ele pediu para eu ficar mais um pouquinho, que depois me dava uma carona de carro.

– Deixa só eu te chupar um pouquinho… só um pouquinho, só para sentir o gostinho… – ele foi me pedindo, mas de um jeito tão carinhoso, tão meloso… que deixei.

Sentada na escrivaninha, com ele ajoelhado entre as minhas coxas, senti mesmo um pouco de vergonha, não tirei e nem deixei ele me tirar a calcinha, ele foi passando o dedo, puxando para o lado e chupou…

Chupou, não….

Ele SUPER CHUPOU!!!

Pai nosso que está no céu, sogro meu que está entre as minhas pernas…!

QUE LÍNGUA! QUE RITMO! QUE DANÇA!

A pontinha entrando na minha grutinha, a língua toda subindo pelos meus sulcos, toda molhada, a pontinha no meu grelo.

Paaaara…! Para que assim eu gozo.

GOZEI.

Não consegui me segurar, nem tentei me segurar. Minha vergonha tinha ido para o espaço.

– Deixa eu te ver pelada, menina! Deixa, vai!

Eu ainda me refazia do gozo enquanto ele foi tirando a minha blusa, a minha saia, a minha calcinha, ficou me admirando, me fez dar voltas.

– Me chupa um pouco, vai!

Chupei, né. Afinal, ele tinha me chupado tão gostoso, merecia o troco.

Ele tirou a camisa, ajudei a abrir sua calça… e não é que encontrei um pauzão grandão, grossão… e durão? Um pauzão gostoso de pegar, colocar na boca, chupar… um pau maior que o pau do filho dele.

Schelep, schelep, schelep… nummgozuumboca, hem!

– O que é?

– Não vai gozar na minha boca. – falei, depois de tirar um pouco.

– E gozo aonde, então?

E adivinhem aonde ele gozou, não uma vez, mas duas, quase três?

Eu já tinha gozado uma vez na língua dele, mas acabei gozando mais duas vezes, em pé, debruçada na escrivaninha, ele me pegando por trás, socando aquele pinto gostoso.

Depois gozei sentada, cavalgando feito uma louca.

E falando em gozar feito uma louca, só saímos de lá um bom tempo depois, e o que era para ser uma vez só…

Bom, na carona ele foi falando que agora quer comer sempre e… se eu permitir, quer comer a minha bundinha, fiquei de pensar… não sei sei vou dar.

Dói.

 


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