A pregadora Rute… exemplo de amor ao marido (Leia)

 

ruteA pregadora Rute… exemplo de amor ao marido

Rogério B. S. (1998) – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

Quando eu morrer acho que vou direto para o inferno… acho não, tenho certeza.

Feliz é o pastor Jair, eu pensava, ouvindo o sermão da pregadora Rute, sua esposa, que além de ser fiel e dedicada… é uma mulher bonita e gostosa como ela só.

Meus pensamentos me deixavam tonto, eu nem prestava atenção do sermão.

Vou direto pro inferno.

Que gostosa é a pregadora Rute!

Que merda de cristão eu sou?

– Perdão Jesus! – mas eu não conseguia evitar esses pensamentos.

A pregadora Rute falava e eu fornicava, em pensamento, mas fornicava, chupava ela, comia ela, até me esquecia da Babel.

Babel, minha namorada, grávida… mais um motivo para eu ir para o inferno.

O pastor Jair já havia me chamado no saco, dizendo que eu tinha desrespeitado a moça e que precisava casar o mais rápido possível.

Mardito!

Eu sabia que precisava casar. Babel veio sozinha lá do interior nordestino, fugindo dos ataques do próprio pai, foi morar na casa de uma tia, e encontrou em mim um amigo, companheiro e namorado de confiança… eu não podia abandoná-la, ainda mais com um filho meu na barriga.

Mas casar como, se eu morava quase de favor nos fundos de um terreno de um posto de gasolina, onde eu trabalhava e ganhava uma miséria? O dono não iria deixar eu morar com ela lá.

Que situação a minha, e que maldição o pastor!

Só não xinguei bastante porque um dia a pregadora Rute me procurou na igreja, dizendo que queria falar comigo sobre uma coisa que ela queria fazer para o pastor.

– Mas é segredo, é surpresa. Quando é que eu posso ir na sua casa para combinar?

Quase tive um treco.

Imagina!

A pregadora Rute na minha humilde casinha lá nos fundos do terreno…!

Bom… mas como ela conhecia mais ou menos a minha situação, não haveria de reparar.

E como eu bem conhecia a pregadora, me enchi de uma certa expectativa orgulhosa, um sabor de glória a Deus… e só isso já estava bom.

Poder fazer um favor para ela já era uma coisa maravilhosa demais, mesmo sendo, na verdade, um favor para o pastor.

Tive um treco.

A pregadora Rute chegou de carro no quintal e apareceu à minha porta no dia e hora marcados…

COM OS CABELOS SOLTOS,

UMA SAIA CURTA, ACIMA DOS JOELHOS,

UMA BLUSINHA QUE DEIXAVA A BARRIGUINHA DE FORA,

E UM SORRISINHO UM TANTO DIFERENTE…

Pirei.

O pau ficou duro, ela viu, deu mais um sorrisinho, meio sem vergonha… não sei explicar.

– A irmã Babel está aí contigo? – ela perguntou, me dando aquela esfriada.

– Não! Claro que não! Ela não mora comigo. – respondi, sentido o pau brochar, tudo brochar.

Também… que pretensão a minha em achar que a pregadora Rute fosse ter comigo a fim de outras coisas!

E ela me esfriou mais ainda. Na verdade, quase me deu uma certa raiva.

– Pois ela devia morar, não é mesmo? Quer dizer… vocês deviam casar, ela morar contigo… Afinal, você engravidou a irmã Babel e…

– Escuta irmã. – comecei a falar, agora numa mistura de desapontamento e algum rancor. – O pastor Jair já falou comigo, todo mundo fala comigo… eu vou casar com ela, sim. Não é preciso você vir até aqui só para me falar isso.

– Eu sei que não, menino. Nem sei porque entramos nesse assunto. Na verdade eu vim aqui para falar de outra coisa.

– E que coisa é essa? – perguntei, acenando para ela entrar e sentar no sofá, único móvel da minha salinha, mas sem saber se havia gostado ou não dela ter me chamado de menino. Ou era um chamativo carinhoso ou era uma forma de mostrar quem mandava.

– Bom… antes da Babel você namorou a Sara… certo?

– Sim… não… quer dizer… a gente não namorou…

– Claro que namorou! Ele me conta.

– Ela te conta… conta o quê? Não vai dizer que tenho de casar com ela também?

– Ela me conta que… bom… ela me conta…

– Fala irmã! – praticamente ordenei, vendo que ela ia ficar meia hora ou mais sem conseguir falar nada.

– Ela me conta as coisas que vocês faziam, que fazem ainda e….

– E…?

– Eu quero que você faça comigo.

QUASE DEI UMA CABEÇADA NA PAREDE PARA VER SE NÃO ESTAVA SONHANDO.

(…)

Depois de alguns dias de calor e tempo seco, virou um sábado mais ameno, com alguma chuva e muita garoa, e assim perdurou até a segunda-feira, meu dia de folga… dia da pregadora Rute voltar à minha humilde casa lá nos fundos do terreno do posto de gasolina.

Um dia propício.

Bom mesmo seria a gente ir a um motel, mas ela não queria nem pensar em ir a um lugar desses… casa do diabo, segundo ela dizia

Um dia propício para fazer coisas loucas com a pregadora Rute, mas também de ouvir coisas que me deixaram com uma certa raiva do pastor Jair, o que, por outro lado, me deram satisfação maior ainda em comer a mulher dele.

Se antes eu queria comer a pregadora Rute apenas porque ela é bonita e gostosa, agora eu queria comer porque fiquei sabendo que o pastor Jair andava dando de cima da Sara.

– Se é que já não andam fazendo coisas. – completou a pregadora, para depois acrescentar que o que ela queria era ser mais sexy com ele para que, assim, ele prestasse mais atenção nela e deixasse de procurar outras ovelhas.

Vingança!

Fosse pelo comportamento sexual da irmã, a gente teria transado com a luz apagada e ela só tirando a calcinha, só levantando o vestido. E custou um pouco até ela se convencer de que para ser mais sexy teria que ter menos pudor, se soltar mais, ser mais putona.

Começamos pelo tirar da roupa, eu sentado na cama, assistindo, ela demorando quando um dia até tirar a última peça… a calcinha.

Calcinha?

– Por caridade, irmã… joga isso fora e compra umas calcinhas mais decentes.

– Mais indecentes, você quer dizer.

– Isso. E dá pelo menos uma aparada nos pelos dessa buceta.

– Nossa… menino! Que jeito é esse de falar?

– Menino, é? Vem cá que vou te mostrar quem é menino.

Minha caminha de solteiro mais rangia que dava gosto, pois mal puxei a irmã peladona e já demos a primeira, eu nem podia esperar, precisava dar uma aliviada antes.

– Antes do que, menino… quer dizer, irmão?

– Antes… antes de te ensinar a chupar, antes de fazer você abrir as pernas até escancarar essa buceta, antes de você ficar de quatro, me dar esse rabo gostoso, antes de…

– Sodomia não, irmão.

– Sodomia sim, irmã.

Minha cama ainda ia ranger muito pelo resto daquele dia até que, debaixo de uma chuvinha fria, a pregadora Rute deixasse a minha humilde casinha no fundo daquele terreno de um posto de gasolina e rumasse para casa no seu carinho.

Entrei para juntar as camisinhas usadas, olhar o quanto tinha sobrado de gel, rir do pastor Jair, do exemplo de esposa dedicada que ele tinha… e também imaginar que na segunda-feira seguinte seria minha folga novamente e ela, a esposa dedicada, ainda tinha algumas coisinhas para aprender.


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