Minha prima gemendo com o meu tio… e eu me achando moderninha – Parte 1 (Leia)

Minha prima gemendo com o meu tio… e eu me achando moderninha
Viajei para a casa da minha prima em Araçatuba e descobri que…
Descobri que preciso, com urgência mais que urgente, rever os meus conceitos, as minhas bases sexuais.

Carolina B. P. (2002) – São Paulo – SP
Transcrito por Anna Riglane

Sempre me achei liberada, livre, leve e solta, meus primeiros ficos foram com meninos, mas logo descobri que era gostoso também ficar com meninas.
Verdade é que as minhas primeiras transas foram com meninas, se é que se pode chamar de transa aquela esfregação toda entre duas xanas. Mas tinha as chupadas também, os 69.
Quando fui transar com um menino, perder a minha virgindade, ele até achou que eu já tinha dado pra todo mundo na escola, tamanha era a minha experiência, a minha desenvoltura. Ele não acreditava que era o primeiro, e também nem fiz muita questão que ele acreditasse.
Mais verdade ainda é que eu estava transando com ele e já pensando em quem seria o próximo.
Não foram muitos, não, os meus meninos, mas também não foram poucos. Meninas só umas três ou quatro, pois elas, as que querem transar com meninas, são mais difíceis de achar. Muitas até querem, mas são encabuladas que dói.
Em compensação, meninos pra me comer tem um monte… se eu fosse dar pra todos eles…
Mas acontece que eu me achava, então, num meio termo. Me via como uma menina liberada, bem mais solta que a média das outras meninas, mas também não era do tipo assim… chegou comeu. Sempre tive as minhas reservas, as minhas escolhas.
E sempre fiz questão de não dar nenhum desgosto para a mamãe e para o papai. Nunca transei com nenhum dos meus dois irmãos, por exemplo, e também nunca dei par o meu pai.
Mas…
Veio essa coisa da pandemia, ficou todo mundo sem aula, uma tia minha lá de Araçatuba pegou Covid-19, ficou super internada… quer dizer, internada um tempão… e a minha mãe achou que seria interessante me levarem até lá para fazer companhia para a prima e para o tio nesse momento difícil. Fui… foram-me.
Mas olha só! Uma prima que eu nem conhecia direito, mas que me deu vontade de comer logo que depositei o meu olhar naquela sua belezura, na sua meiguice, no seu corpinho de menina alta, esbelta… alta e esbelta igual também sou.
– Te chupo inteirinha… – falei pra ela… quer dizer, quase que falei, me deu vontade.
Tio, tia e prima moram numa chácara bem na entrada da cidade e o que eu mais queria, logo naquele dia e também no dia seguinte, era passear com ela em meio às plantações só para, quem sabe, esperar uma chance de ouvir a prima falar que queria transar comigo.
Ela não falava, nem dava ares de que gosta de ralar escova, e eu também não me sentia encorajada a falar. O máximo que eu fazia era ficar puxando assunto, perguntando do seu namorado, que ela tinha, dos seus meninos, que ela negava ter…
– E meninas? – criei coragem e me arrisquei, isso lá pelo entardecer do terceiro dia.
– Você gosta? – ela perguntou, para o meu delírio.
E o delírio se intensificou conforme fomos nos olhando, nos aproximando, nos tocando, encostando nossas bocas… Logo vi que a prima era do tipo mais passiva, sempre esperando pelos meus movimentos, e me movimentei, então, pelos seus peitinhos, pela sua bundinha, pela sua xaninha.
Chupei até ela gozar.
E a prima me chupou até eu gozar.
E foi em pé mesmo, só levantando o vestido, dela, e baixando o short, meu. Calcinhas só puxamos para os lados.
E foi a nossa sorte, eu achei, pois tão logo acabei de gozar, estava ainda a querer mais, quando percebemos alguém se aproximando.
– Mas o que é que as duas saracuras estão aprontando aqui no meio do milharal?
Era o tio, procurando a gente para avisar que ia até o hospital ver a tia. Claro que ele deve ter visto o meu rosto vermelho, a minha respiração ofegante!
Vão ser dias felizes, eu pensava, enquanto voltávamos para a casa, eu tomava um banho, vestia a minha roupa, e pouco podia conversar com a prima, pois o seu namorado tinha chegado para vê-la, e depois retornou o tio. Eu só podia esperar pelo dia seguinte… queria chupar mais, ser chupada mais. Fui dormir.
Fui acordada lá pelas tantas com rangidos e tec tecs de uma cama e também altos gemidos e gritinhos vindos do quarto ao lado. Senti uma raiva imediata da prima e também muito ciúme, pois se era para transar à noite, sem temer acordar o tio, ela bem que podia estar transando comigo, e não com o namorado.
E me invoquei também, porque o namorado já tinha ido embora quando a gente foi deitar, e se voltou depois, para o tio não ver, então não podiam estar fazendo aquele barulho todo.
A coisa estava esquentando cada vez mais lá no quarto ao lado, os tec tecs eram mais intensos, os gemidos já eram gritos, e eu me esquentava também, a ponto de me levantar e ficar na porta, quase pronta para invadir e tirar ela dele, ficar com ela só para mim.
Não invadi… apenas me masturbei enquanto ela gozava, ele gozava.
E quase morri de susto quando a porta abriu e o tio saiu de lá, fechando o calção… só tive o reflexo de pular para trás a tempo dele não me ver…
Não dormi pelo resto da noite.

(…)

O que rolou nos dias seguintes, preciso de fôlego para contar.

(Continua)

 


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