Minha prima gemendo com o meu tio… e eu me achando moderninha – Parte 2 (Leia)

Minha prima gemendo com o meu tio… e eu me achando moderninha
Viajei para a casa da minha prima em Araçatuba e descobri que…
Descobri que preciso, com urgência mais que urgente, rever os meus conceitos, as minhas bases sexuais.

Carolina B. P. (2002) – São Paulo – SP
Transcrito por Anna Riglane

 

(Continuação)

 

Minha prima transando com o meu tio…

Minha prima dando para o próprio pai…

Meu tio comendo a própria filha…

Como é que eu podia ter dormido naquela noite com essas coisas na cabeça?

Minha única esperança, já de madrugada… quer dizer, a única explicação que eu encontrava é que, talvez, não fossem pai e filha de verdade, que ela fosse adotiva, que fosse enteada.

Mas nem essa possibilidade acalmava o meu espírito. Sempre eu tinha pensado que transar é a coisa mais gostosa da vida e que somos livres para transar com quem a gente quer, seja com meninos, seja com meninas, mas transar em família, pai e filha…

Nossa!

Como isso me abalou!

– O que aconteceu ontem foi porque a tia está no hospital? – perguntei para a prima, assim que tive uma oportunidade, logo depois que ajudei ela e o tio a dar comida para os animais, o tio tirar leite das vacas, e tomarmos um café da manhã que mais me pareceu um almoço.

– Nada a ver… eu já tinha ficado com meninas antes. Se você não tivesse me provocado, acho que eu teria feito isso, te achei tão gata.

– Mas não estou falando de nós duas… estou falando da transa brava ontem à noite.

– Com o meu pai?

E se antes eu já estava estupefata (???), só de saber que a prima transava com o pai, agora eu estava era completamente atônita (???) com a naturalidade com que ela falou… como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

– Sim… com o seu pai, o seu próprio pai. – falei, tentando enfatizar a minha indignação. – Ou ele não é seu pai? – perguntei.

– Claro que ele é o meu pai! A menos que a mãe tenha visitado outras paradas por aí.

– Mas… o que é que deu em vocês ontem, como é que a coisa rolou, como chegaram a esse ponto…?

Fiz umas trezentas perguntas para a prima, ou até mais, eu acho, e fiquei mais pasma ainda quando ela disse que não havia sido a primeira vez.

– N Ã O ! ? – quase gritei. Na verdade, acho que gritei mesmo. – Mas como que isso foi acontecer, como começou?

E então ela me parou junto a uma cerca de arame farpado, mostrou o pasto e uma baixada que ia até um pequeno matagal, falou que escondido pela vegetação havia um riacho… e que tudo deve ter começado ali no riacho.

– Deve ter começado ali… Você não tem certeza?

– Mais ou menos. Faz bastante tempo. Eu sempre ia brincar no rio, e quando estava sozinha costumava tirar toda a roupa. Aí… um dia, estava bastante calor, eu estava sem roupa, e o pai apareceu, me chamando para voltar para casa, porque estava armando um temporal muito perigoso. Eu estava em pé, com a água até os joelhos, e continuei desse jeito, não vi motivo para me esconder na água.

– Já sei… aí ele te agarrou.

– Não. Só esperou eu colocar a roupa e voltamos juntos pelo pasto. Ele nem falou nada, a não ser para nos apressarmos, pois estava realmente formando um temporal muito forte, que logo chegou com ventania, trovoadas, raios… e acabou a luz, só foi voltar bem tarde da noite, quando já tínhamos ido dormir.

– Sim… mas e aí, o que tem a tempestade a ver com vocês dois?

– Calma! Estou contando. Então… o pai me viu pelada lá no rio, não fez nada, mas acho que isso deve ter atiçado alguma coisa nele.

– Atiçado… como assim?

– Atiçado, provocado… você sabe.

– Sei… acho que sei… ele ficou excitado.

– Isso. Deve ter ficado excitado e, por isso, mais de noite, estávamos eu ele e a mãe sentados no sofá para ver televisão, só que sem ver televisão, porque não tinha luz, apenas uma lamparina acesa, eu estava no meio dos dois quando ele começou a passar a mão na minha perna.

– Filho da puta! – deu vontade de falar, mas não falei, só pensei. Mas perguntei: – E você deixou?

– Deixei… Sabe… até levei um susto no início, fiquei meio sem saber o que fazer, ele foi subindo a mão, pensei em me levantar, ir ao banheiro, ele foi subindo, ameacei empurrar a sua mão, cheguei a segurar a mão dele para empurrar, mas ele já estava chegando com os dedos sobre a minha calcinha…

– Vixe! E o que você fez?

– Abri as pernas.

– Abriu as… Não acredito que você fez isso.

– Estava tão gostoso… Queria o quê?

– Mas ali, junto da tia.. Você gozou?

– Gozei, mas não ali no sofá, nem naquela noite. Ele parou de mexer quando viu que eu estava me mexendo muito, a mãe podia perceber.

– E…? – eu perguntava, já curiosíssima com o desenrolar da coisa.

– No dia seguinte, acho que eu estava meio confusa… Confusa porque eu tinha gostado, tinha desejado ir até o fim, igual já me fazia um certo menino, e confusa porque eu não sabia se queria fazer de novo, terminar. Entendeu?

– Entendi. Mas e aí…?

– Teve uma hora do dia em que fui me afastando da casa, indo em direção a uma plantação de mandioca… e acho que querendo que ele fosse atrás… e ele foi, ficamos frente a frente, sem falar nada, e então ele me puxou, me virou, me abraçou pelas costas, me apertou, brincou comigo, meus seios, minha xana… mexeu até eu gozar…

– Céus!

– Foi gostoso, foi mesmo, uma delícia… eu até queria fazer pra ele, só que quando me virei vi uma mancha na sua calça… já tinha visto isso acontecer com o menino… ele tinha gozado…

– Na sua bunda.

– É… mas por fora, por cima da roupa… dentro ele só foi gozar alguma tempo depois.

– Dentro…? Ele comeu a tua bunda?

– Come sempre. Mas antes ele comeu a principal, sempre come a principal.

– A principal…?  – ri.

– Deixa eu brincar com a sua principal? – ela perguntou.

Brincamos.

Não brincamos do jeito que eu queria, ralando as principais, porque não dava, mas foi mais que gostoso os nossos dedos, as nossas línguas uma na outra… gozei duas vezes, ela também.

– Quer ir com ele? – ela me perguntou, depois que descansamos.

– Com ele… eu e o tio?

– Nós três… que tal? Pode ser hoje à noite…

 

(Continua)

 


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