Minha prima gemendo com o meu tio… e eu me achando moderninha – Parte 3 (Leia)

Minha prima gemendo com o meu tio… e eu me achando moderninha
Viajei para a casa da minha prima em Araçatuba e descobri que…
Descobri que preciso, com urgência mais que urgente, rever os meus conceitos, as minhas bases sexuais.

Carolina B. P. (2002) – São Paulo – SP
Transcrito por Anna Riglane

 

(Continuação)

 

Transar com o meu próprio tio…

Transar com o tio e com a prima ao mesmo tempo…

Eu já tinha participado de transa a três, duas vezes, mas foi só entre meninas.

Como seria eu, a prima e o tio?

Eu teria coragem?

Passei todo o dia na maior expectativa.

– Já falei com ele. – me disse a prima, no finalzinho da tarde, num momento em que o tio tinha ido no hospital saber da tia.

– Já falou…!? Mas quem te disse que eu…? Eu não sei se quero, não sei se consigo.

– Quer sim. Tenho uma amiguinha do Nova Yorque que está doidinha pra ir com ele e…

– Amiguinha do Nova Yorque…?

– É um bairro aqui da cidade…

Bom…, pensei, se uma outra menina topa transar com a prima e o tio juntos, por que não posso?

Estranho, sacanagem mesmo o tio transar com a própria filha enquanto a mulher está no hospital… quer dizer, sacanagem já era ele transar com a filha… e agora ainda quer por a sobrinha no rolo.

Realmente, eu não sabia se queria. Verdade é que querer pode até ser que eu quisesse, mas conseguir… aí a história já era outra.

Nem sei se o tio chegou mesmo a ir no hospital saber da tia, pois voltou em tempo muito curto e trazendo pizzas, refrigerantes, cerveja, e até um litro de uísque… disse que a bebida alcoólica era só pra ele, mas depois, quando soube que eu, assim como a prima, já tinha feito 18 anos, me deixou tomar um gole de uísque, uma latinha de cerveja.

Deixou, não… ele empurrou bebida em mim, outro gole, outro latinha, outro gole… o mundo ficou uma maravilha. Eita nós!

– Sabe que estou duvidando que você transa de verdade com o tio? – perguntei para a prima, num certo momento, quando a Patagônia já tinha sido transferida para o Norte da Inglaterra e os Beatles era a banda de sucesso do momento.

E olha que eu mal tinha ouvido falar da Patagônia e só lembrava dessa região por causa do nome, que achei estranho. E os Beatles… bom, quem ouvia eram o meu pai, o meu avô, e eu só conhecia algumas músicas deles.

Mas estava tudo obladi oblada e eu só esperava a resposta da prima.

– Como não? – ela respondeu, perguntando. – Você não ouviu ontem, não viu?

– Ouvi, vi o tio saindo do seu quarto… mas quem me garante que não estavam apenas fingindo?

– Fingindo pra quê?

– Sei lá… pra me jogarem conversa, pro tio me comer… acho que vocês estão me aplicando alguma.

Eu falava, mas já nem sabia direito o que falava.

– Ninguém tá te aplicando, não, prima. A gente transou, sim, transamos sempre.

– É mesmo? Então senta no colo dele.

– Isso é fácil. – ela falou, colando a bunda no colo do pai.

– Assim, não. De frente, de cavalinho.

– Mais fácil ainda. – ela disse, virando e ficando de cavalinho no colo do tio.

– Agora dá um beijo na boca dele… – E deu mesmo. – Agora ergue a blusa, mostra os peitos… – E não é que ela mostrou mesmo!?

Eu ia falando, desafiando, a prima ia fazendo o que eu falava, eu comentava comigo mesma, ainda um tanto surpresa, tomava mais um gole de uisqveja… misturava tudo…

Até que vi a prima só de cozinha no meio da calcinha…. Não! Só de calcinha no meio da cozinha.

– Ah…! Mas agora eu quero ver. Duvido você tirar a calcinha.

E quem também já estava tirando a calcinha alguns minutos depois era eu mesma, pois todos os desafios que eu tinha lançado para a prima ela me devolveu.

O tio já estava com a mão na minha principal… na verdade, ele estava com uma principal em cada mão, duas bocas para beijar, quatro peitinhos par chupar…

O tempo foi passando ali mesmo junto à mesa da cozinha, a prima colocava catchup no pinto dele para nós duas limparmos com a boca, ele derramava cerveja nos nossos peitinhos, colocava rodelinhas de calabresa nas nossas xaninhas.

Mas era calabresa fatiada, até que, quase nos arrastando até sala, ele começou a enfiar calabresa inteira na gente, primeiro na própria filha, depois na sobrinha.

– Duvido que você deixa ele por atrás. – falei par a prima, lá pelas tantas, esquecida que ela já tinha falado que havia sido a primeira coisa que o tio tinha comido.

– Duvido você deixar ele por no seu. – falou a prima.

Foi o meu primeiro anal.

Verdade. Com toda a safadeza que eu achava que tinha, ainda era virgem nessas particularidades, nunca tinha dado a bundinha, apesar de alguns meninos terem tentado.

O tio nem só tentou como também comeu, comeu, e comeu… Comeu naquele dia, comeu no outro dia, comeu lá na beira do rio, até parecia que as nossas bundinhas eram mais principais que as nossas xaninhas.

E por falar em xaninhas, perdi a conta de quantas vezes chupamos uma à outra, quantas vezes ralamos as nossas principais… e o tio olhando, se divertindo.

Pena que acabou… quer dizer, maravilha que teve de acabar, porque a tia teve alta do hospital, passou a ser tratada em casa… ainda nos enroscamos mais algumas vezes, enquanto ela dormia pesado sob o efeito dos remédios, mas logo meus pais foram me buscar, e acabou.

Acabou não.

Sei que o tio e a prima já transaram muito, vão continuar transando, e assim que der eu volto pra lá e me junto a eles… preciso me modernizar um pouco mais.

 

F I M ? 

 


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