Meu primeiro anal, minha primeira vez, minha plantação de repolho (Assine)

Meu primeiro anal, minha primeira vez, minha plantação de repolho

Kimiko F. (2002)

Tucuruvi – São Paulo – SP

Conseguem acreditar que a minha primeira vez foi logo na bundinha?

Até aí, acho que normal. Mas e seu eu disser que foi numa plantação de repolho?

Fico imaginando as pessoas comendo salada de repolho, refogando, fazendo chucrute.

E foi com um chucrute que perdi a minha virgindade atrás, umas trinta e cinco vezes, até perder também a virgindade da frente.

E todas essas perdas me aconteceram enquanto eu morava com a minha família nos arredores de São Paulo, no chamado Cinturão Verde… Agora estou morando com uma tia, na cidade, começando a minha faculdade… outros tempos

Minha tia tem 29 anos, tem um filho, é separada, é bonita, mora sozinha, e… Para! Não é sobre a minha tia que quero falar… Mas é cada coisa!

Quero falar de mim, que sou mesticinha japonesa, que tenho quase 19 anos, mas há uns cinco anos e mais um pouco eu morava lá, num sítio de propriedade da família, onde cultivávamos… quer dizer, cultivam ainda, morangos, uva, cebola, alho e outros vegetais, e também criavam… criam ainda, galinhas, codornas, coelhos, até que o meu pai resolveu diversificar ainda mais e fazer uma horta. Queria plantar couve, repolho e outras hortaliças.

Mas como ele não entendia muito de horta, foi aí que entrou o chucrute… que o chucrute entrou, trazendo para mim uma felicidade muito maior ainda do que eu já vinha vivendo desde a minha infância. É uma maravilha morar lá, e estou fazendo veterinária para, depois, voltar pra lá… Tenho um namorado lá, nos adoramos, mas antes dessa história acontecer a gente ainda não namorava… Éramos muito crianças, ele tinha vergonha de falar comigo, eu tinha medo dele me namorar e já ir me comendo… mais ou menos isso aí.

Quem acabou me comendo foi chucrute… quer dizer o Chucrute, com C maiúsculo, apelido que logo deram ao rapaz que veio de Santa Catarina para orientar o meu pai na criação da horta. Seu nome mesmo é Frans Vensme Fhuder ou qualquer coisa assim, pois ninguém entendia mesmo, e muito menos conseguia pronunciar, de modo que era mais fácil chamá-lo de Chucrute, alcunha (olha só!) que se costuma dar a pessoas de origem alemã.

O Chucrute tinha (ainda tem, não sei) namorada lá no estado dele, tem a idade da minha tia com quem agora estou morando, e logo na primeira semana que passou lá no sítio ele descobriu que tinha uma tarefa ainda maior…

Ou ele me comia ou ele me comia… eram as duas únicas opções que ele tinha, além de ensinar o meu pai a cultivar repolho.

Vou explicar isso direito.

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