Marly… a caixa nota dez (Assine)

Marly… a caixa nota dez

Samuel F. B. (1985) – Guarulhos – SP

Transcrito por Anna Riglane

Trabalho há três anos como gerente de uma grande loja, e esses têm sido os tempos de maior fartura para mim.

Verdade, pois nunca havia comido tanto, desde a Neuzinha Meio Mundo até a dona Estefânia, senhora do maior respeito que, depois de ir uma única vez num motel comigo, saiu falando que eu era a tentação, que havia feito ela trair o marido, e também fazer coisas horrorosas na cama.

E a dona Estefânia virou a cara comigo, pediu transferência para outra loja. Vejo-a de vez em quando, mas nunca mais comi.

A Meio Mundo, como o apelido já diz, só não come quem não quer.

E quem não vai querer?

Bonitinha e gostosinha como ela é, acho que sobra até para o namorado, de vez em quando.

E nem sei como ela consegue dar tanto nó no sujeito, pois ele, apaixonadíssimo, está sempre a trazê-la ou buscá-la no serviço.

Eu ia com ela num motelzinho vez ou outra, mas eu sempre me perguntava como ela podia sair com tantos, sem que o namorado descobrisse.

Cheguei mesmo a duvidar de que aquele papo todo, de todos que diziam já ter comido, não passavam mesmo de papo furado. Mas eu estava enganado… igual ao namorado, eu estava enganado, a Neuzinha tinha um segredo.

Mas antes de revelar o segredo da esperta, e tarada, menina, quero contar outro segredo.

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