Os contos eróticos secretos da Tia Cecília (Assine)

Os contos eróticos secretos da Tia Cecília

Beatriz L. F. (2004), Rafael L. F. (2002), Cecília D. F. (1992) – Moóca – São Paulo – SP

Samuel J. F. (2000) – Ipiranga – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

De como uma menina ganhou uma viagem para a Disney, e dois meninos-rapazes fizeram uma verdadeira sacanagem… uma sacanagem maravilhosa para uma certa tia.

(…)

Minha tia, irmã da minha mãe, é bonita, simpática, tem um corpo bastante atraente, mas até agora, com 28 anos de idade, não casou e, ao que se sabe, ou se sabia, nem nunca namorou, só gosta muito é de viajar.

Algumas suspeitas na família eram de que ela não gosta de homem. Essas suspeitas continuam, mas não para todos, pois, agora, pelo menos três pessoas sabem a verdadeira história da tia, uma história que vem de longe.

Mas, para mim, a história da tia começou no dia em que descobri o seu grande segredo. Na verdade, foi no dia em que descobri que a minha irmã menor havia descoberto alguns cadernos dela cheio de coisas escritas.

Isso aconteceu numa semana em que a tia ficou internada por conta de umas complicações respiratórias, e a minha irmã, ao arrumar o quarto dela, descobriu os escritos e se pôs a ler.

Eu via a minha irmã lá no quarto da tia, lendo aquilo tudo, mas não sabia e nem tinha interesse em saber do que se tratava. Pensava ser coisas de meninas, mesmo sabendo que as coisas da minha irmã, com 16 anos, não deviam ser as mesmas coisas da tia, com 28 para 29. Nem me liguei que a mana lia com um interesse enorme.

Mas o interesse, o meu interesse, foi quando depois que a tia voltou do hospital e, sem querer, ouvi uma conversa dela com a minha irmã… um pedido e uma promessa.

– Ninguém pode saber disso, menina. Na minha próxima viagem vou para a Disney e te levo junto. – falava a tia.

– Qual é o segredo da tia? – perguntei à minha irmã, uns dez minutos depois.

– Que segredo? Ela não tem segredo nenhum.

– Mas você é que sabe. Vai me contar ou prefere que eu conte o seu segredo para alguém.

– Ôh… mas como você é, hem!

– Vai contar ou não vai?

– Tá bom… eu conto. Mas olha lá, hem! Você fica quieto, não conta nada para o Luan, e nem fala para a tia que te contei.

O Luan é o namorado da Beatriz, faz uns dois anos. Mas, na última vez que fomos à praia, ela conheceu o Daniel, ficou com ele lá… e já ficou com ele aqui em casa, no seu quarto, umas três ou quatro vezes. Diz que nunca transaram, mas… Vou acreditar? O Luan vai acreditar?

Mas, claro, nunca quis sacanear a minha irmã, ainda mais depois que ela me contou que aqueles cadernos da tia estão cheios de sacanagem.

– Sacanagem… como assim?

– Ah…! É um monte de histórias que ela escreveu, que escreve ainda.

– Mas que histórias… que tipo de histórias?

– Ah…! Histórias de todo tipo. Uma hora ela é menina, noutra hora ela é menino, às vezes ela é novinha, quase sempre, às vezes não.

– Poxa! A tia… quem diria?

– É… mas olha… pelo amor de Deus não fala que te contei.

– Tá bom. Não falo, mas me conta as histórias, me fala o que ela escreve…

– Mas nem morta! Já não falei que é tudo sacanagem? Não tenho nem coragem de falar.

– Mas teve coragem de ler.

– Ler é diferente, né. Leio sozinha.

– Sei… mas quero ler também.

– De jeito nenhum. Prometi pra tia que ia guardar segredo.

– Eu também prometo guardar segredo.

– Pode prometer, mas não vou ser traíra com a tia.

– Mas estou falando é de outro segredo?

– Que segredo?

– Não sabe, é…? Um tal de Daniel, um certo Luan…

– Você não vai fazer isso!

– Então deixa eu ler.

(…)

Passei três dias lendo caderno por caderno da tia, conforme a minha irmã ia pegando escondido lá do quarto dela e levando até o meu quarto.

Deve ter mais de trezentas histórias, de todo tipo, mas ela é sempre a personagem principal… quer dizer, é como se ela tivesse vivido todas aquelas histórias, às vezes sendo menina, às vezes sendo menino.

Algumas histórias são mais completas, detalhadas, outras são mais curtas, e algumas até parecem inacabadas, como se ela ainda fosse escrever mais.

Vou mostrar algumas dessas histórias, porque nem dá para mostrar todas, e, depois, lá no final, vou contar o que aconteceu com a pobre tia.

Pobre?

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