Mas eu tinha vergonha de ficar pelada (Assine)

Mas eu tinha vergonha de ficar pelada

Sandra L. N. (2000) – Bela Vista – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

Das lembranças que trago da minha adolescência, as mãos do Flávio foram as mais marcantes, acho mesmo que a melhor de todas.

Claro que estou falando do Flávio todo, do menino que nem bonito era, mas que sabia conquistar as meninas, ganhar a simpatia delas, e trocar delícias com elas.

Falo nesse plural todo porque eu sabia, sempre soube, que eu era apenas mais uma delas…

Não! Eu não era apenas mais uma, pois como ele me mostrava, eu era especial, a Mariana era especial, a Bia era especial, a July… E éramos todas especiais, simplesmente, porque ele não nos prometia nada, mas dava tudo.

Bom… com as outras eu sei que ele dava tudo, porque elas também davam tudo. Como dizia a minha irmã mais velha, que já havia estudado no mesmo colégio onde o Flávio era repetente, ele comia todas no maior respeito.

– Te comeu também? – perguntei muitas vezes a ela.

– Imagina… não sou do tipo que dá tudo. – ela sempre respondia.

– Você dá o quê, então? – eu perguntava novamente, e ficava sem resposta.

Acontece que…

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