Vou, como e volto… mas não caso (Assine)

Vou, como e volto… mas não caso

Jairo L. M. (1995) – Vila Carioca – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

É por isso que não caso.

Depois de um longo tempo, muitos anos, na verdade, aproveitei umas férias que consegui tirar e fui visitar minha cidadezinha natal no interior, meus parentes, os lugares onde cresci, brinquei, a escola onde estudei, as meninas que não namorei, mas que muito desejei… É que vim de lá muito garoto ainda e sequer tinha idade para beliscar alguma menina; comer, então, menos ainda.

Mas as meninas que eu pretendia rever, agora já mulheres formadas e, com certeza, casadas, logo ficaram esquecidas, pois já no primeiro dia conheci uma moça que se não virou a minha cabeça no ato, acabou virando depois.

Moça, eu explico, é como são chamadas por lá as mulheres que ainda não casaram, sejam elas virgens ou não. Mas no caso da menina que viria fazer minha viagem mais do que valer a pena, o termo moça fica por conta da sua idade… 22 aninhos, contra os 32 que já carrego.

Cabelos ruivos e longos, e corpo desenhado e retocado no photoshop, a moça é prima da prima da minha prima de quadragésimo terceiro grau… quer dizer, é uma parente mais que distante.

Lindinha e gostosinha…

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