Comendo a Samira… e fugindo da Maria Eduarda (Assine)

Comendo a Samira… e fugindo da Maria Eduarda

Audo M. S. (2002) – Brooklin – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

Rolava um papo na escola, entre os meninos, que a Samira era uma loira aguada, fria, molengona, e que transar com ela era a mesma coisa que transar com um saco de batatas.

– As batatas, pelo menos, servem pra comer. – dizia um.

– Acho que nem gemer ela sabe. – falavam outros dois.

– Melhor bater punheta que comer aquilo. – afirmavam todos.

– Mas quem já comeu? Você já comeu? Você…? – comecei a perguntar pra um, pra outros, para todos.

E pelo que concluí, ninguém a quem eu perguntava já tinha comido a Samira.

Então, por que aquele papo todo?

De onde havia surgido a ideia, a fofoca de que ela era “incomível”?

Só havia um jeito de descobrir; comendo a Samira.

E resolvi comer, mesmo que fosse realmente uma fria.

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