Suélen… O bárbaro segredo de uma menina linda e meiga, assassina e inocente – Partes 3/15 (Leia)

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Anna Riglane

Suélen… O bárbaro segredo de uma menina linda e meiga, assassina e inocente – Partes 3/15 (Leia)

À dor que cada um de nós carrega em silêncio

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 ÍNDICE

A vida não tem índice, não tem sumário, não é dividida em capítulos, os acontecimentos não são estanques e tudo é uma sucessão de fatos alegres, tristes, tristes, alegres… que vão se entrelaçando.

Difícil entender a vida, como difícil é, também, compreender ou até mesmo saber os segredos que cada um carrega.



Parte 3

– É que gosto de saber os detalhes. Continue! Foi assim, de repente, ou houve algum papo antes?

– Bom… primeiro quase que foi de repente, mas depois rolou um papo.

Suélen não o interrompeu com novas perguntas, mas seu olhar inquisidor demonstrava sua ansiedade pela continuação da narrativa.

Ele continuou.

– Um dia estávamos sozinhos em sua casa. Já tínhamos aquelas coisas de brincar… você sabe, passar a mão e tudo o mais, sem que nunca tivesse acontecido nada de mais sério. Mas eu tinha uma grande vontade de fazer masturbação para ela, fazer com que ela tivesse um orgasmo. Entende? Então, naquele dia, enquanto eu brincava com ela, no sofá, ela foi ficando excitada, até que achou que iria perder o controle e começou a pedir para eu parar. Mas eu não parei, continuei brincando com a mão nela e dizia para ela ir até o fim.

– Mas ela não gozou. – disse Suélen, convicta, e usando a palavra que Danilo havia evitado usar.

– Não! Mas como você sabe? Ela te contou?

– E desde que quando eu fico conversando essas coisas com ela?

– Sei lá? Mas por que você diz que ela não gozou?

– Por nada. Apenas pensei. Nós mulheres costumamos ficar nervosas nessas horas.

– Pois é! Queremos acalmar, mas vocês não deixam.

– Não é desse nervosismo que estou falando. Mas me conta logo o que rolou depois.

– Ela me fez parar, e então tivemos uma longa conversa. Ela dizia que até já havia pensado em transar comigo, sabia que eu queria e que se não fizesse com ela, talvez fosse fazer com uma outra qualquer…

– Como eu.

– E você é outra qualquer? Estou falando de prostitutas, essas mulheres por aí.

– Então ela deu para você só para você não ir com outras?

– Que história é essa de deu? Ela não deu nada. Nós conversamos bastante, naquele dia e em outros. Eu ainda sugeri a ela que a gente podia ficar só nas brincadeiras, na masturbação, que era tão gostoso como a transa. Mas ela dizia que essa história de masturbação iria nos levar a fazer quando menos esperávamos. E se era para fazer, então que fosse algo pensado, planejado, com todos os cuidados.

– Menina consciente, ela!

– E não é? Ela sempre foi…

– Mas é o que estou dizendo. – cortou Suélen. – Estou falando no bom sentido. Ela sempre me pareceu consciente, do tipo que sabe o que faz. Mas vá contado… aí um dia vocês foram para um motel.

– Não! Foi no mesmo sofá, na casa dela.

– Não foram para um motel?

– Só em outras vezes. Ela nem podia ir, era menor de idade. Naquela vez foi na sua casa, num sábado em que seus pais haviam saído para um casamento. Eu já havia arranjado tudo.

– Tudo? Tudo o quê?

– Você deve saber. E combinamos então dar um nó nos velhos.

– Um nó?

– Enganamos eles. Como o casamento era de um colega de serviço do pai dela, e que nem conhecíamos, não nos vimos obrigados a ir. Falamos que iríamos sair, jantar em algum lugar, mas não saímos. Ficamos em sua casa.

– E eles deixaram vocês lá, numa boa?

– Claro! Sempre deixavam. Eles não cuidavam muito disso. Em compensação a mãe de Cátia vivia sempre dizendo a ela para tomar cuidado, para não ir antes do tempo, essas coisas. Mas como ela, ou eles sempre gostaram de mim, e também tinham confiança, talvez não viam razão para ficar cuidando tanto.

– Se soubessem…

– Não fizemos nada demais. Um dia ou outro iria acontecer mesmo.

– Mas e depois, como foi?

– Foi!

– Fala!

A noite começava a tomar conta da cidade, naquele lusco-fusco que é uma mistura de melancolia, convite, tudo ao mesmo tempo. Já estavam rodando próximos a uma grande e larga avenida onde eram vários os motéis, para se escolher.

Danilo não conhecia o interior de nenhum deles, nunca tivera dinheiro para trazer Cátia até ali. Mesmo quando fez 18 anos, e que podia, portanto, frequentar esses lugares, a menina teve de se contentar com motéis, ou mesmo hotéis, mais baratos. Mas foram poucas vezes, pois na maioria delas acontecia em sua própria casa.

– Então. – continuou ele. – Esperamos seus pais sair e ficamos ali mesmo. Brincamos, nos pegamos e transamos.

– Só isso? Mas não é assim que quero saber. Conta tudo!

– Mas o que é tudo? Transar não é tudo? E você acha que é fácil contar essas coisas?

– Vocês tiraram a roupa? – pergunta Suélen, mais uma vez sem dar atenção à pergunta do amigo.

– Não. Ela estava de vestido, não foi preciso.

– Não ficou nua, pelada?

– Não. Já disse que…

– A calcinha, pelo menos, ela tirou, não? – interrompe Suélen.

– Claro, não é?

– Mas por que não tiraram toda a roupa? Não é melhor?

– Pode ser! Mas não estávamos à vontade ali, na sua casa. E além disso, ela não estava tão solta para se mostrar.

– Menina recatada.

– Não é recato. Você deve saber como é essa coisa de primeira vez.

– Não sei de nada! Mas quer dizer que vocês nunca… você nunca tinha visto o corpo dela, o sexo.

– A periquita, você quer dizer?

– Periquita? – fez Suélen, rindo.

Ou muito Danilo se enganava ou era a primeira vez naquele dia que a via sorrir. Pelo menos sorrir daquela maneira, solta e com prazer na expressão.

– É! Periquita. Não é isso que você está perguntando? Você não tem periquita?

– Não. A minha é pombinha.

– Pombinha? – debocha o rapaz. – É pior ainda do que periquita. De onde você tirou isso?

– Não sei. Acho que era minha avó que falava assim, quando eu era pequena.

– Já ouvi perereca, xana, xoxota, mas pombinha…

– É… – fez Suélen, e depois parou pensativa.

– O que foi? – perguntou Danilo, diante do longo silêncio da menina.

– Acho que não vou mais chamá-la de pombinha. Aliás nem sei se ela merece ter nome.

– Iiiihhh… – fez o garoto. – O que foi agora?

– Foi nada. Mas conta o resto! – ordenou ela, com uma certa vivacidade no olhar e voltando a ficar de lado para ele, com as pernas à mostra.

– Eu hem! – fez o garoto, e depois de uma certa pausa, voltou a falar, a contar como ficou brincando com a namorada, os dois sentados no sofá, ele passando a mão em sua… pombinha… enquanto ela pegava o seu pênis. E que depois, quando já estavam bastante excitados, colocou a camisinha e transaram.

– Deitados?

– Não. Ela estava um tanto com medo. Temia que eu fosse machucá-la. Então, continuei sentado no sofá e deixei que ela viesse por cima, ajoelhada. Foi ela quem controlou tudo.

– E machucou muito?

– Não! Sangrou normal, mas ela disse que não sentiu dor alguma, disse que apenas ardeu um pouco no começo.

– E depois?

– Depois… depois foi só legal. Mas agora chega. Quem tem de contar é você.

Mas ela não contou nada. Estavam chegando ao último motel da avenida, e Danilo não estava a fim de fazer todo o caminho novamente, para escolher em qual ficar.

Resolveu entrar naquele mesmo.

– Você trouxe dinheiro suficiente? – ele perguntou, para depois completar que estava sem nenhum. Aliás, nunca tinha nenhum.

– Acho que sim – disse ela. – Quanto é?

– Você não sabe?

– Como vou saber?

– Vai me dizer que nunca veio a um motel?

– Pois eu já não disse? Nunca vim mesmo. Eu trouxe quinhentos. É suficiente?

– É quase o meu salário do mês.

– Mas é suficiente?

Já estavam na portaria.

O rapaz escolheu uma suíte que custava menos da metade do que ela dizia haver carregado, embora para ele, ainda fosse uma fortuna.

E não pode deixar de notar o olhar de curiosidade da garota, com tudo o que aparecia à sua frente.

Já descendo do carro, e adentrando o ambiente a eles reservado. Perguntou novamente.

– É mesmo verdade que você nunca veio a um lugar desses?

– Por que não acredita em mim? Estou dizendo que não.

Danilo ainda pensou, mas não se atreveu a comentar que nunca a tinha visto com algum namorado ou nem mesmo ficado com alguém.

Alguns minutos depois estavam isolados do mundo, numa suíte sem muito luxo, porém muito mais custosa que os quartinhos onde ele costumava levar a própria namorada.

Suélen não deixava de manifestar sua curiosidade por tudo o que via.

Danilo achava aquilo surpreendente, mas lembrou-se de que precisava de um bom banho.

Ela o acompanhou até a porta do box, onde ele abriu o chuveiro, começando, logo em seguida, a despir-se.

– Vai tomar banho também? – perguntou ele.

– Vou não. Tomei ainda há pouco. Eu te espero.

– Aí? Me olhando?

– Qual o problema? Tem vergonha?

Danilo, completamente nu, entrou sob a água morna do chuveiro e não pode deixar de exclamar a satisfação que era sentir aquela água, depois de um dia inteiro rodando com a moto pelas ruas da cidade, engolindo poeira, poluição.

Deixou escorrer a água e ensaboou-se.

Naquele momento nem pensava ou lembrava da garota ali, na sua frente, assistindo-o. Suélen, a filha dos patrões de seus pais, a menina com quem cresceu junto. A garota que agora já era uma mulher e que o convidara para sair, assim, de repente, sem nenhum envolvimento anterior.

Danilo não pensava em nada disso naquele momento. A água morna parecia ser mais gostosa que tudo no mundo.

Mas os olhos de Danilo se abriram.

E quando se abriram perceberam a presença de Suélen, ali, parada na porta, olhando, curiosa, começando a tirar o vestido.

Assistiu a menina, a amiga Suélen, puxar o vestido sobre a cabeça, depositá-lo em algum lugar qualquer, e depois livrar-se do sutiã e da calcinha. Ficou nua.

Com a mesma naturalidade com que o esperou e o parou no portão de serviço da grande mansão, ela agora se apresentava nua para o rapaz.

Era linda!

Mas Danilo se encabulava, esperava que ela fosse também entrar sob a água do chuveiro, mas não entrou. Apenas assistiu ao seu banho, e quando ele fechou a água, foi para a borda da cama, ficando ali sentada, com um preservativo na mão, pronta a oferecer-lhe, tão logo ele se desfizesse da toalha com a qual se enxugava.

– Ainda bem que aqui tem. – disse ela.

Danilo então percebeu que ela se referia ao preservativo.

E percebeu também, e só naquele momento, que ela não havia carregado bolsa, telefone, nada.

Mas diante daquele lindo corpinho nu à sua frente, não tinha mais cabeça para se preocupar com qualquer pensamento que não fosse o de apreciá-lo, tocá-lo, possuí-lo.

Muitas vezes já havia visto Suélen de biquíni, na piscina de sua casa. Seu corpinho, pode-se dizer, não era novidade para o garoto.

Mas aquele mesmo corpinho, inteiramente nu, e ainda prontinho para ser seu, era algo bem diferente.

O menino simplesmente vibrou por dentro.

Mas o gesto da menina, rasgando o envelope do preservativo e depois oferecendo a ele, de certa forma o surpreendeu.

– Calma menina! – disse ele. – Você não vai querer que eu coloque agora, quer?

– Por que? A gente não vai transar? Você não me quer?

– Claro que quero! Mas antes vamos brincar um pouco, vamos…

– Eu não quero brincar! – disse ela, de modo quase seco, surpreendente. Depois tentou se corrigir. – Eu quero que você me possua, agora.

– Por que tanta pressa?

– Você me quer?

Por Deus que ele adoraria antes tocar, beijar e lamber cada parte do corpinho de Suélen, antes de finalmente possuí-la, se é que tudo isso já não era uma forma de posse.

Mas, de alguma forma, ela mostrava que não devia ser daquela maneira.

Postou-se deitada na cama, pronta para recebê-lo, e ele só pode então deitar-se sobre o corpo da garota e penetrá-la.

Ela correspondeu à penetração, mas parecia muito diferente da sua namorada quando transavam.

Aliás, podia perceber Danilo, ela talvez fosse diferente de qualquer mulher, mesmo não tendo ele nenhuma experiência com outra mulher que não fosse a sua própria namorada.

Brincou no corpo de Suélen. Sentiu um certo prazer mais do que sexual, por estar sobre o corpo a filha do patrão, da menina rica, teve seu orgasmo, mas esperou ou, melhor, começou a fazer para que a menina rica também tivesse o dela.

Mas ela não quis.

– Depois. Agora não. – disse ela, empurrando-o de sobre o seu corpo.

Sentado ao seu lado, enquanto ela permanecia ainda deitada, Danilo tentava falar o que estava pensando, mas sentia muito medo de ofendê-la.

– Por que você quis vir comigo aqui Su?

– Já não disse que estava a fim? Precisa de mais explicação?

– Acho que sim. Se você estava a fim, então… então por que não me quer? Por que não quer brincar, não quer gozar?

– Depois. Acho que estou um tanto nervosa agora.

– É a sua primeira vez?

– É.

– Não parece.

– Por que não?

– Bom. Tirando o fato de você estar nervosa… você… a penetração… foi sem problemas.

– E daí. Tem mulher que é assim mesmo, sabia? Não sangram. Têm hímen complacente, ou então já nascem sem ele. Mas eu posso te garantir que sou virgem. Ou pelo menos era até agora há pouco.

– Calma! – brincou Danilo. – Não estou te cobrando pela virgindade, isso…

Suélen sequer esperou que ele concluísse. Respondeu apressada e com uma certa carga emotiva na voz.

– Mas as pessoas cobram. Todo mundo cobra.

Sem perceber o estado emocional em que a garota estava mergulhada, Danilo vai mais a fundo no seu questionamento.

– Você é lésbica?

– Não quero falar sobre isso.

E ameaça chorar.

– Tudo bem! Diz Danilo, afagando-a, procurando acalmá-la. Não precisa falar mais nada. Mas acho que não há problema algum se você falar.

– Então está bem. – disse ela, sentando-se na cama. – Digamos que eu não sei ainda se sou ou não. Sou virgem. Nunca transei com mulher nem com homem.

– E por isso quis fazer um teste comigo?

– Exatamente! – disse ela, mostrando uma certa vivacidade no olhar, como se estivesse mesmo desejando que ele fizesse uma pergunta assim.

A conversa continuou e ela perguntou se o garoto não estava chateado por ter sido usado dessa maneira. Ele, por sua vez, respondeu que se fosse para ser usado assim, que ela podia usar sempre, mas que também deveria dar uma chance de que ele desse prazer a ela.

– Vou tentar na próxima vez. – disse ela.

Mas a próxima vez aconteceu alguns minutos depois, e novamente o menino percebeu que Suélen não estava à vontade para ter prazer, muito embora quisesse que ele tivesse.

Ofereceu seu corpinho tal como uma mulher costuma oferecer para agradar seu parceiro, mas interrompeu-se, como da primeira vez, tão logo Danilo teve seu orgasmo.

O menino tentou ainda conversar mais um pouco, entender melhor o que acontecia com Suélen, mas ela procurava sempre fugir do assunto e tudo o que dizia é que estava tentando descobrir sua própria sexualidade, sua preferência sexual.

E mais, pedia sempre desculpas por tê-lo usado. Insistia que tinha sido virgem até aquele dia, mesmo quando o assunto era outro.

Porém parecia não querer ir embora.

Quis entrar na banheira de hidromassagem, comer um lanche, ouvir música e só depois de muito tempo é que aceitou saírem de lá.

Estava uma noite linda!

Danilo dirigia pelas ruas da cidade, com a mesma leveza no corpo que costumava sentir quando se dedicava, juntamente com Cátia, a alguns momentos de prazer.

Mas não sentia remorso por haver traído a namorada de quem tanto gostava.

Na verdade, não se sentia envolvido com Suélen, não parecia ter visto na garota uma parceira, uma companhia para o amor.

Suélen era uma garota que precisou de alguns momentos de fuga, de prazer… e ele fora o garoto a quem ela escolhera para esses momentos.

Não se sentia um amante de Suélen, apenas seu amigo.

O pequeno relógio no painel do carro marcava quase uma hora da manhã, quando Danilo fez acionar o grande portão, que começou a abrir-se lentamente.

O vigia, que se postava na esquina, olhou atentamente até que o carro adentrasse a garagem e que o portão baixasse, fechando a muralha. Voltou para o seu radinho de pilha, para as músicas suaves das programações noturnas das rádios.

Deixaram o carro na garagem e caminharam até a porta da cozinha da grande casa, onde a garota, a doce Suélen, deveria entrar, enquanto ele seguia para a casa dos fundos.

Ela pediu desculpas por tudo, dizendo que depois conversariam mais, mas sequer ofereceu-se para um beijo de despedida, como o seu até então parceiro esperava.

Danilo percebeu a luz da cozinha acesa, mas achou isso normal, pois com a menina fora de casa, seus pais talvez até estivessem mesmo preocupados.

Não acreditava que Suélen os tivesse avisado sobre aquela saída, assim repentina.

Parou, no quintal, quando ouviu os gritos furiosos do Doutor Sérgio e da dona Marina. Queriam saber onde ela estivera, com ordem de quem havia saído e se ela não sabia dos seus compromissos.

O rapaz percebeu que deveria permanecer por ali, pois a garota iria precisar de ajuda.

Foi então que ouviu Suélen gritando que nunca mais iria fazer nada com eles, que eles não iriam arrastar suas irmãs para o mesmo caminho.

Mas Danilo não teve tempo de pensar sobre essas palavras, o pai de Suélen a chamava de nomes feios e o garoto sentia que havia muito mais ali do que uma simples preocupação de pais para com a filha.

Entrou na cozinha, tentando argumentar alguma coisa, explicar que não houvera nada demais, mas fui colocado para fora, enquanto Suélen pedia pelo amor de Deus para ele não sair, não deixá-la a sós com os dois.

E depois de alguma discussão ainda, ela resolveu que iria com Danilo lá para a casa dos fundos. Foi quando seu pai a puxou com violência e a jogou para trás de si, derrubando-a, fazendo com que batesse a cabeça no fogão.

Danilo sentiu uma ira que nunca na vida havia antes sentido e foi para cima do Doutor Sérgio, tentando derrubá-lo para então pegar Suélen e sair com ela dali.

Não entendia porque tanta violência, mas não iria admitir que a maltratassem.

Mas o pai de Suélen o empurrou, fazendo-o bater com as costas na pia. Isso só fez aumentar ainda mais o nervosismo do menino.

Mas este nervosismo ficou ainda maior quando Doutor Sérgio começou a chutar Suélen, que tentava se levantar, mas não conseguia.

Danilo juntou então uma panela de pressão e começou a bater nas costas do Doutor Sérgio, enquanto a mãe de Suélen tentava segurar seu braço.

Mas num dado momento, Danilo acertou a cabeça do homem e ele caiu de joelhos.

Continua… em breve

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