O namorado da minha mãe… Q U E  T R A N S A ! (Leia)

O namorado da minha mãe… Q U E  T R A N S A !

 Neusa C. B. (1992) – São Paulo – SP

Transcrito por Anna Riglane

 

Enquanto solteira, até os 23 anos de idade, me dividi entre três amores… na verdade, entre um grande amor, e outros dois para aquelas finalidades.

O primeiro foi para aquelas finalidades, um primo com um tanto mais de idade que eu, mas que de tanto pedir, insistir, falar, prometer, acabou sendo o meu primeiro de verdade… isso quando eu mal havia entrado na adolescência.

Verdade mesmo é que o primo não precisou insistir tanto assim… pois eu já estava naquela fase em que, se não fosse com ele, seria com outro… a minha verdadeira paixão.

Teria sido muito mais romântico com o meu verdadeiro paixão, acredito, mas como ele andava de romancinho com outra, acabei cedendo ao primo, não sei se por raiva ou por tristeza, frustração. Só sei que fui com ele uma vez, duas vezes, três… Vixe!

Outro “vixe!” vai para o meu segundo menino, quase a mesma idade que eu, colega de escola. A gente já se olhava, existia algum magnetismo, até que um dia, depois de uma festinha junina, ele disse que eu era a caipirinha mais linda do arraial, me levou até a sua casa, ergueu o meu vestidinho colorido e cheio de remendos… e cascou a espiga.

E que espiga deliciosa!

O primo deixou de ter exclusividade.

Era tão excitante ter dois meninos com quem transar! E transar quase que semanalmente, até duas vezes por semana.

E com três, então?

Por uma daquelas reviravoltas da vida, certo dia me vi assediada por aquele menino paixão, aquele que eu amava de verdade, desejava como um fogo, e em quem eu até pensava, quase sempre, naqueles meus momentos mais ardentes com os meus outros dois. Sempre um de cada vez, nunca fui com dois, só me imaginei… quer dizer, entrava em trabalho de orgasmo com um, imaginando que estava com ele, com o meu paixão.

Fiquei sabendo, por outras fontes, que a razão para ele ter, repentinamente, me procurado para namorar, estava nalguns muitos galhos que ele havia levado da outra. Me contaram que não eram nem com três nem com cinco os meninos com quem ela traía o namorado.

Menina safada! Pobre rapaz!

Mas… desconfiei, e depois só confirmei, que o verdadeiro motivo para ele me procurar, é que nunca tinha me visto com algum namorado e, por isso, acreditava que eu sempre estivera à espera dele tal como eu havia nascido, virgenzinha como a Maria.

Tá bom…! Esperar até que esperei, não posso negar. Mas esperar virgem igual à Maria… era esperar demais. Aliás, nem acredito muito nessa história da Maria, acho que enrolaram o José… Coitado!

E coitado do meu paixão, agora meu namorado!

Também, quem manda só me querer depois de ter a cabeça enfeitada pela outra? E mais ainda, quem manda, na nossa primeira vez, começar com aquela conversinha de “eu pensava que você ainda… que você nunca… com quem foi, com quantos você já…?”

Quer dizer… já começou o namoro pedindo para levar galho.

Mas, mesmo tendo melado um pouco aquela paixão sangrenta que eu antes tinha, inventei, jurei, “que havia sido uma única vez com um menino que conheci numa viagem e que nunca mais vi, que fiquei meio traumatizada, que nunca mais tive coragem de ir com alguém, que…”

E ele acreditou!

Se até o José acreditou, por que ele não acreditaria?

E acreditou também quando jurei que, por amá-lo muito mais que muito, eu seria a menina mais fiel do mundo.

Mas isso era verdade, era a minha intenção, não fazia mais sentido eu continuar ficando com qualquer um daqueles dois, sendo que agora eu tinha junto a mim, dentro de mim, o menino que eu amava, em quem eu pensava naqueles momentos orgásmicos.

Marquei um dia e dei uma… umas, de despedida com o menino da escola.

Marquei um dia e dei uma… umas, com o primo, e quase que a namorada dele flagrou a gente, ficou bem desconfiada.

E assim disse adeus aos dois, expliquei que não era menina de ficar traindo o namorado, menos ainda o namorado que amo.

E não traí por mais de seis meses… até uma viagem de férias para o interior, famílias reunidas, eu e o primo sem conhecer muito bem o pessoal por ali, um passeio de carro durante o dia, uma insinuação para passear mais um pouco à noite, uma plantação nem sei do quê, um lugarzinho bem ermo…

Foi a primeira e única vez, até hoje, que transei dentro de um carro. Na segunda noite ficamos do lado de fora. Na terceira já sabíamos de um motel na entrada da cidade próxima… foi a primeira vez que fui num motel.

Mas o que você fez, menina? – eu me perguntava, depois, já de volta em casa, já nos braços do menino amado. Eu estava arrependida, arrependidíssima… quase contei pra ele.

Mas, como dizem que aquilo que os olhos não veem o coração não sente, umas duas semanas depois eu estava com o primo novamente… e mais uma vez, mais uma vez.

E já que quem está perdido, perdido e meio fica… não demorou para que eu entrasse novamente em um sistema de rodízio… agora com os três.

Boa coisa isso não vai dar. – eu pensava, uma hora a bomba estoura… os olhos não veem, o coração não sente, mas os outros podem contar, dedurar.

Mas, por ser uma menina discreta, do tipo que “dá quieta” ou, então, por pura sorte mesmo, os olhos dele nunca viram, o coração nunca sentiu, sequer desconfiou, e ninguém nunca lhe contou… fui pedida em casamento.

Juro… mas juro mesmo, por tudo o que é de mais sagrado nesse mundo, que depois desse pedido me tornei, verdadeiramente, a namorada, a noiva, a esposa mais fiel do mundo.

Certo… teve aquela despedidazinha básica, mais uma vez, mas só. Nunca mais fui com o primo nem com o colega da escola, que, fazia tempo, já nem estava mais naquela escola; nem ele, nem eu, agora em vias de fazer a faculdade.

Com eles eu nunca mais fui.

Casei-me aos 23 anos, no mesmo ano em que terminei a faculdade… e acabou a história.

É?

 

(…)

 

O namorado da minha mãe tem 52 anos e ela 46.

Tenho 26 anos e há muito venho me perguntando por que as coisas entre os dois sempre correram às mil maravilhas, pois estão juntos há mais de 10 anos, depois que meu pai faleceu, e se adoram, enquanto que eu venho de um casamento que não deu certo.

– Vai ver que é por causa da grana que ele tem. dizia o meu então namorado, e depois marido, cheiro de ironia.

– Mas ele nem tem muito dinheiro. eu rebatia, defendendo minha mãe.

– Então é porque ele é gostoso. – dizia uma amiga. – Sabe como é, fruta madura, cheia de sabor…

Eu ficava feliz com a felicidade de mamãe, toda cheia de vida, sempre passeando com ele, enquanto que o meu casamento ia de mal a pior, cada vez “mais pior”, até que nos separamos e, ao menos temporariamente, tive de voltar a morar com a minha mãe… com ela e com o seu namorado, que já era marido, pode-se dizer.

Ô agonia!

Logo na primeira noite da minha volta à casa passei um nervosismo só. É que mesmo estando a dois quartos der distância do quarto deles, eu ouvia os gritos da minha mãe.

Eram gritos mesmo, eu nunca tinha ouvido aquilo, nem naqueles filmes pornográficos mais pornográficos que existem. E também nunca eu tinha gritado daquele jeito, com nenhum dos meus três meninos, que agora nem eram mais meus meninos.

Quer dizer… dois até que ainda poderiam ser, se eu não tivesse medo de apanhar das esposas, pois estavam casados, mas naquele momento, naqueles primeiros dias na casa da minha mãe, eu estava sem o marido, sem o primo, sem o colega…

Na noite que vem eu durmo. – eu pensava, enquanto enfiava a cabeça no travesseiro tentando não ouvir os gritos da mamãe.

Na noite que vem eu durmo.

Na noite que vem eu durmo.

Céus!

Coitada da mamãe!

Ele não dá sossego, não deixa passar um dia.

Umas duas semanas depois eu já estava procurando um jeito de entrar em contato com um daqueles dois, podia até ser o meu marido ou, então, quem sabe, arranjar alguém novo… tudo isso porque a minha situação já estava ficando crítica naquela casa.

Mas então, como que por uma mão do destino, minha mamãe precisou viajar para o interior, exatamente lá onde eu estivera com o primo no carro, na plantação. Mas ela foi porque uma irmã dela, minha tia, estava muito doente, em vias de fazer a transição.

Fiquei sozinha na casa… quer dizer, só eu e o namorado da minha mãe, e meu padrasto eu acho.

E logo surgiu um problema, pois não sou muito de cozinhar, e nem ele, e com a minha mãe fora, ele sugeriu me comer fora… quer dizer, comermos fora, num clube de campo.

Adorei a ideia, principalmente quando ele falou que podíamos passear de barco. Fomos, ele alugou um barco e sumimos pela represa, carregando lanches e cervejas.

Bem mais tarde, pensei em tomar sol, mas não tinha roupa apropriada. E foi então que ele sugeriu…

Bom, no início relutei um pouco, mas como já tinha tomado algumas, tirei tudo, fiquei nuazinha, tomando sol sobre o casco do barco, enquanto ele foi se deitar lá dentro.

Algum tempo depois, porém, ele estava do meu lado, só de camiseta e com um grande volume exposto, querendo briga, me acariciando, levando a mão na minha flor.

Fiquei assustada, mas acabei indo na sua conversa, pois ele dizia que seria só uma vez, que eu iria gostar, que ninguém ficaria sabendo, que adorava minha mãe, que eu iria gostar, repetiu.

E adorei mesmo.

Na verdade, adorei até demais, Além do seu grande volume, que me preenchia todinha, ele demonstrou também uma forma toda especial de amar (ou transar), me deixando completamente louca de tesão e me levando a vários orgasmos seguidos.

Vou tentar contar.

Tínhamos o sofá, lá dentro, onde podíamos deitar, mas ele preferiu ali fora, em pé, olhando a água, a mata nas margens… mas longe de tudo, sem o risco de sermos vistos.

Inteiramente nus, trocamos beijos e abraços, passadas de mão, enfiadas de dedo… e levei uma chupada divina, que depois devolvi, saboreando o seu pinto… mais que um pinto, pois dentre os meus três meninos, nenhum se assemelhava ao dele… além de grosso, era cumprido.

Vai me atravessar. – eu pensava.

Não atravessou, mas me atingiu lugares onde nunca eu tinha sido atingida e nem imaginava que pudesse ser.

É que, se não bastasse ter a coisa enorme, ele ainda me pegou por trás, fazendo eu dobrar o corpo sobre a murada, e carcou.

A palavra certa é essa mesmo… carcou.

Com uma mão ele me segurava pelos seios, com a outra mão ele me segurava pelo ventre, quase em cima da xana, e com o seu quadril ele me prensava contra a madeira…

Sabem a expressão “entrar até o saco”?

O saco não entrou, claro! Mas foi a única parte que ficou de fora, e o resto… quer dizer, a cabeçona daquele pau, deve ter atravessado o meu útero, tocando-me num ponto que, simplesmente, que fazia enlouquecer.

E aí acho que nem dá para explicar a sequência.

Ele me espremia contra a murada, socava o pau bem fundo na minha xana, lá não sei aonde, e me apertava o ventre com a outra mão.

Mijei.

Verdade. Nunca vi isso e nem sabia que isso pode acontecer, mas acontece que conforme ele foi ficando doidão socando em mim, fui ficando doidona penetrada por ele, e foi subindo aquela onda, aquela onda, até que me vi gozando… gozando e mijando.

Mijando de desaguar mesmo, um montão.

E não foi uma vez só, pois logo, na sequência, veio outro orgasmo, e depois outro.

Não sei, mas acho que aquele cacete socando forte, me comprimindo lá dentro, junto com a mão dele comprimindo a minha barriga, fez a minha bexiga explodir na hora que gozei.

E nem falo dos gritos que dei.

Fiquei envergonhada, de tanto gritar e mijar.

– Desculpa! – consegui falar, quando recuperei um mínimo da minha respiração.

– Desculpar do quê?

– Molhei você… eu…

– Mas era para molhar mesmo.

 

(…)

 

Agora sei porque mamãe é tão feliz com ele, e eu também… quer dizer, sou feliz pela mamãe, porque tratei logo de arranjar outro lugar para morar e deixar eles a sós.

Melhor manter distância… vai que eu não resista à tentação.

 


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