Sou uma Garota de Programa… e tenho histórias

Sou uma Garota de Programa… e tenho histórias

Sâmia B. L. (2002) – Rezende – RJ

By Anna Riglane

Conto extraído do ebook “Os 7 livros eróticos de 2021 – Vol 2”, publicado pela autora na amazon.com.br.


Se eu for contar todas as minhas histórias, um livro é pouco. Mas algumas, as que eu acho mais interessantes, pelo menos, essas eu não abro mão de contar.

A gente vive cada uma…!

Boquetes por R$ 49,99

Foi meu colega quem me deu a ideia.

– Escuta aqui… – ele me perguntou um dia. – Se eu te der cinco mil reais você me faz um boquete bem gostoso?

– Mas o que é isso, menino? Que confiança é essa? – respondi, perguntando, muito p da vida.

– Fica brava não. Estou falando sério… cinco mil por um boquete. Não precisa nem gozar na boca, termina na mão.

– Cinco mil?

– É… cinco mil.

– Tá bom… eu faço. Mas deixa eu ver o dinheiro primeiro. – respondi, pensando na minha faculdade.

– Só que agora eu não tenho… só tenho cinquenta… Você não faz por cinquenta?

– Só faltava… Tá pensando que sou puta, é?

– Bom… isso você já respondeu… agora é só uma questão de negociar o preço.

A piada é velha, eu sei. Mas foi daí que tive a ideia.

No banco onde trabalho, na faculdade onde estou cursando o primeiro ano, têm muitos a fim de me comer, pois sou bonitinha, gostosinha, um tanto sexy.

Mas o caso é que só querem mesmo é comer.

Sabem que tenho namorado, não querem compromisso.

E já que é assim…

– Transar eu não posso, nem quero… mas te faço um boquete por R$ 49,99. – já vou falando, logo nos primeiros sinais de cantada.

– R$ 49,99… por que esse valor? – perguntam, rindo, mas muito interessados, já querendo me levar para um cantinho.

Por via das dúvidas, sempre levo comigo algumas moedas de um centavo…

Mas até hoje nenhum deles pediu troco.

P.S.

Na verdade, a história foi meio outra, e só dei uma fantasiada, pois comecei mesmo batendo punheta para os meninos no colégio, depois passei para os boquetes… fui evoluindo.

Pode não ser tão gostoso… mas rende

Cheguei em São Paulo com a família, vinda do interior, toda caipirona, sem conhecer nada, me matriculei numa escola e arranjei um emprego, mas logo apareceu um menino que queria me namorar e um homem que queria me comer.

O menino era da escola, foi o meu primeiro namorado. O homem foi o meu primeiro patrão, e também o primeiro que…

Logo nos primeiros dias ele começou me chamar para conversar, perguntar de mim, se eu tinha namorado, me oferecia coisas. Depois foi falando que gostava de mim, que podia até largar a mulher para ficar comigo. Depois, quando falei que ele já tinha muito mais idade que eu, falou que queria me comer, só me comer. E quando falei que era virgem e que tinha medo de engravidar, falou que queria comer outra coisa

Acho que eu era mesmo bem bobona, pois fiquei até mais tarde numa sexta-feira, depois que todo mundo já tinha ido embora, e ele me pegou num sofá.

Queria me beijar, me passar a língua naqueles partes, mas eu não queria ser beijada e nem que ele ficasse me olhando, morria de vergonha.

Por isso, só me ajoelhei, baixei a calcinha, ergui um pouco a saia, e me debrucei sobre o sofá. Ele é que levantou todo o pano e me deixou com a bunda toda de fora. Que vergonha eu sentia!

É que horror eu senti! A dor nem foi muita, só na hora que passou a ponta, mas era uma coisa estranha, vergonhosa, sem graça… tudo o que eu mais queria é que ele acabasse logo e tirasse, me deixasse baixar a saia.

Ele acabou logo, até que não demorou muito, mas queria mais, falou que ia gozar mais uma vez.

Não deixei, saí dele, falei que noutro dia eu deixava, e acho que foi só por essa promessa que ele me deixou.

Saí que nem sei como, me sentindo horrível, e para piorar, o menino que queria me namorar estava lá fora, me esperando.

No dia seguinte, logo que cheguei ao serviço, fui pedir a minha demissão.

Mas o homem pediu para eu ficar, falou que podia arranjar as coisas pra mim… me ofereceu um grande aumento de salário.

Fiquei com pena dele, continuei trabalhando lá por um bom tempo ainda, até mudar de emprego… e de patrão.

P.S.

Esrta é outra fantsia minha, mas nem tanto, pois vim mesmo do interior… só que antes de começar a dar a bunda eu já fazia hand Jobs e blow Jobs (punhetas e boquetes).

Tem cada velho bobo

Moro com meus pais e dois irmãos menores numa casa alugada.

Noutro dia minha mãe pediu para eu levar o dinheiro do aluguel para o senhor Pablo, e olha só no que deu.

– Te dou uma dessas, se você me deixar ver os seus peitinhos. – ele disse, destacando uma nota de cem reais.

– Que isso, senhor Pablo? – perguntei, mostrando indignação.

– Dou duas dessas.

– Hum… tá bom! – respondi. Uma para cada peitinho, que nem são tão peitinhos assim. – pensei, enquanto erguia a camiseta e me mostrava.

O homem ficou doidão, pensei até que fosse ficar de pau duro, já foi esticando o braço, querendo pegar. Mas não deixei, falei que era só para olhar, e saí.

No mês seguinte ele me ofereceu quatro notas de cem para olhar a parte de baixo, sem a calcinha, e quando olhou…

…me ofereceu todo o dinheiro do aluguel para me comer.

Quer dizer… para tentar me comer.

Tentou, tentou, pediu para eu chupar, ficou devendo a metade do aluguel seguinte… e nada, só esfregou, gozou fora, sem porra, sem nada.

Saí com doze notas de cem, e rindo do pobre homem, pois os meninos comem de verdade, na frente e atrás, gozam dentro, fazem a maior sujeira… e não me pagam mais que cinquenta reais.

P.S.

Aqui já não tem fantasia, não. Acho que esse foi o verdadeiro começo da minha vida de mulher da vida… quer dizer, de Garota de Programa.

O gerente queria me comer, o professor queria me comer…

Mas era isso mesmo… o gerente da agência queria me comer, o professor da faculdade queria me comer, o meu colega…

Que coisa!

Até parecia que eu era a única menina comível do mundo.

Não faz muito tempo, foi logo que fiz 18 anos, passei no vestibular e arranjei um emprego numa renomada agência de veículos para pagar a minha tão sonhada faculdade.

Meu namorado não gostou muito. Ele está comigo desde os meus 14 anos, satisfaço ele desde fiz 16, e sempre foi o único… bom, teve um primo ai, alguns dias na praia, mas isso acho que não conta.

O medo do meu namorado era que, no emprego alguém fosse dar de cima de mim, que na faculdade eu ia me divertir com outras meninas e meninos, tomar cerveja nos barzinhos.

Olha…!

Foram pouco mais de seis meses na mais dura batalha diária. Na faculdade, convites e mais convites para um chopinho, para uma saída com a turminha da classe, uma carona… No serviço, ofertas de caronas, convites para almoço, lanches, e cantadinhas baratas; baratas mesmo, tipo daquele carinha que se acha o máximo e acredita que toda mulher está a fim de dar pra ele. Não come ninguém, mas não perde a oportunidade.

Detalhe: tinha também o gerente da agência me dando uma promoção a vendedora, na expectativa de que eu desse outra coisa pra ele. Até que o homem não é de se jogar fora, mas… mantive-me.

Mais de seis meses, e eu não estava a fim de dar pra ninguém… quer dizer, só para o meu amado namorado. Mas aí não é dar, é trocar, fazer amor, transar que seja, mas com todo aquele clima envolvido, e que envolve.

Meu namorado não tinha porque se preocupar, porque mesmo com todas as tentações, eu era resistente, tinha até fama de chata, de tanto dizer não e recusar convites.

Mas até que ponto resiste uma mulher?

Sei não, mas acho que até ganhar um carro.

(…)

Fui promovida a vendedora e logo comecei a vender adoidado. Claro! Com um monte de clientes comprando com a esperança de me ter como brinde… Mas mantive o meu firme propósito de fidelidade ao meu amado namorado, fui mantendo, fui me mantendo.

Então o gerente conseguiu convencer a direção a premiar o melhor vendedor com um carro zero quilômetro, havia grandes chances de eu ganhar, principalmente se, como ele me propôs um dia, fossem feitas algumas manobras para que eu vendesse mais que os outros vendedores e vendedoras mais antigos.

– Mas isso não é honesto.

– Já imaginou…? Você com um carrinho zero quilômetro para ir à faculdade, para passear por aí…?

Ganhei com três carros de diferença, três carros que, na verdade, eram para ser vendas de outros vendedores.

Me senti mal pela desonestidade, fiquei mal diante dos colegas.

(…)

O retorno pelo prêmio recebido teve de acontecer ali mesmo, no pátio da agência, numa sexta-feira, depois do expediente. Lembro que era um tarde de sol, quase noitinha, o pessoal indo embora, eu ficando, as luzes se apagando.

Ele, o gerente, disse que só podia mesmo ser ali, dentro do carro, o carro que agora era meu, porque era para festejar o meu próprio prêmio. Mas logo depois das duas primeiras, numa pequena pausa para descanso, e de um telefonema que ele recebeu da esposa, percebi que ele queria ali só para não termos de ir a algum motel e ele correr o risco de ser descoberto.

Que seja essa a primeira e a última vez, eu pensava, enquanto o homem se estrebuchava em cima de mim, querendo dar a sua terceira. Até deu, demorou, mas deu, e com isso me fez chegar ao quarto gozo… quer dizer, até que adorei um pouco.

Mas ele não se deu por satisfeito e quis dar mais algumas na sexta-feira seguinte, depois na noutra… foi aí que senti na alma e quase na pele também o quanto eu estava mal diante dos colegas, principalmente das colegas.

Era hora de mudar de emprego.

Procurei um certo professor na faculdade, perguntei sobre a possibilidade dele me encaixar em algum programa em uma das empresas que ele tão bem conhecia…

– Encaixar? – ele perguntou, com aquela cara de safado, mais que safado.

O gerente da agência ficou furioso por eu ter deixado o emprego logo depois de ganhar o carro… mas nem me preocupei em dar muita satisfação. Ele que se danasse… agora eu tinha um outro emprego, outros colegas, outras oportunidades, tinha um professor amigo…

O cliente que detesta mulheres

Quase sempre me perguntam se, como garota de programa, profissional do sexo, prostituta, puta ou qualquer outro elogio, eu tenho prazer nas minhas relações.

E a minha resposta, depois de algum tempo inventando o que falar, é sempre a mesma: não misturo as coisas, sou como artista de televisão ou de cinema, trabalho é trabalho, prazer é prazer.

Bom… mas não é exatamente assim. Às vezes, dependendo do cliente, e das necessidades da prestadora de serviço, deixo escapar um orgasmozinho ou outro, mas sempre de forma discreta, para o tal não se sentir o tal… e também para que ele não queira receber ao invés de pagar.

Acontece, às vezes, que a gente – digo por mim e por outras colegas de profissão – está numa certa carência e, então, se pintar algum romance, do tipo passageiro, casual, aproveito, aproveitamos.

E foi em busca de um romance casual que acabei vivendo a história que vou contar agora.

(…)

Era o começo de uma tarde de sábado e saí para um passeio de metrô, bem produzidinha, mas com jeitinho de menina de família, só para valorizar a coisa. Pretendia dar um giro pela Paulista, olhar para alguém que estivesse olhando para mim, mas nem foi preciso ou, na verdade, acabei estragando o meu desejado romance ali mesmo, no vagão do metrô.

E quem estragou foi um sujeito bonito, forte, olhar penetrante… do tipo que te deixa molhada.

Tivemos as primeiras conversinhas, depois as segundas conversinhas, e a coisa foi se encaminhando para o lado que eu queria… ele demonstrou interesse em me comer e fiquei super interessada em dar pra ele.

Mas era casado, estava a caminho de casa, e começou a me sugerir um outro dia, talvez na segunda-feira, quem sabe na quarta…

E eu querendo para aquele dia, aquele momento… qualquer hotelzinho serviria, tem um ali, bem perto da Estação Paraíso.

Foi quando vibrou… o meu celular vibrou.

Atendi, era a Nívea.

– Tem um cara aí, pra hoje, agora, paga bem, o que você cobrar… só tem um porém, ele vai te humilhar o tempo todo, vai te colocar abaixo de cu de cachorro. – ela me disse, perguntando se podia dar o meu telefone a ele.

– Abaixo do quê… que diabo é isso? – pergunte, disfarçadamente, na frente do cara, no meio do vagão.

– Vai com ele, e você vai ver.

– Mas… ele não é perigoso, agressivo? – continuei falando, agora baixinho, tapando a boca com a mão.

– De modo algum. É um verdadeiro cavalheiro… só que vai querer te mostrar o tempo todo que, por dinheiro, você faz o que ele quer, toda mulher faz o que o homem quer… mulher nenhuma presta.

– Como é que é?

– Vai com ele… você logo vai entender.

Virei para o cara que estava querendo me comer, mas que não podia me comer naquele dia, pedi o telefone, falei que ligava pra gente marcar alguma coisa.

– Mas, hoje… podemos pelo menos conversar, tomar alguma coisa, rapidinho.

– Rapidinho…? Escuta meu, estou numa emergência e…

– Emergência?

– É… preciso descer… sou enfermeira, tenho de ir para o hospital… – fui falando e desembaraçando.

Ainda ouvi ele falando que eu não tinha pegado o telefone, mas nem liguei… eu não queria coisas para outros dias, queria para aquele dia, e pouco me importava que fosse um cliente, que fosse serviço pago… eu ia transar, dar, foder, ter prazer e pronto.

Mas transei, dei, fodi, tive prazer…?

Desses três desejos fiquei só com o “dei”.

Adivinhem só!

Era o mesmo sujeito da minha primeira vez… quer dizer, o meu primeiro cliente.

Meu segundo programa

O homem me chamou para um segundo programa, pediu que eu fosse sem lavar, tive uma tarde memorável e, mais que isso, quando soube que eu só tinha ele, pediu exclusividade prometendo me pagar 3 mil para termos dois encontros por mês.

Achei uma maravilha, sonhei, fiz planos, mas o terceiro encontro acabou antes de começar, numa fuga pelo Parque da Luz, Estação da Luz… pois a mulher dele havia descoberto.

Nunca mais ele me procurou.

Meu segundo cliente… o velho viúvo

A expectativa com os 3 mil por mês que o homem comedor de bunda havia combinado comigo me fez entrar em dívidas, comprar roupas, um presente para o meu namorado, e outras coisinhas.

Mas, como teria dito o meu pai, se soubesse da minha situação, contei com o ovo no cu da galinha, ela não botou e tomei no cu… primeiro eu tinha tomado literalmente, agora era financeiramente.

Agora já era uma questão de dinheiro e se alguém me pagasse bem eu tomaria outra vez.

Procurei a Nívea, perguntei sobre algum possível cliente.

– Tem um velho viúvo, lá em Moema, perto do shopping. A mulher dele morreu faz menos de um ano e ele está com a corda toda… só tem umas fantasias, mas paga bem também…

– Que fantasias?

– Coisa boba, mas pode pedir logo quinhentinho que ele paga.

– Essa fantasia boba inclui… bunda?

– Às vezes, sim, às vezes não. Depende do que ele quer fantasiar do tempo de juventude dele.

Quase recusei o serviço, pois não conseguia me imaginar transando com um homem de 70 anos de idade.

Mas eu precisava da grana.

Era um sábado de manhã, dia que o homem costumava ficar sozinho em casa, sem as suas duas filhas, e podíamos ficar bem à vontade.

Era um casarão enorme, fiquei até com medo de entrar, mas estava ainda no portão quando o velho apareceu… e era velho mesmo, magricelo, cabelos brancos, e dentes impecáveis… quer dizer, ou era dentadura ou havia feito implante, coisa mais provável, pela grana que tinha.

– Você é mais bonita do que eu esperava. – ele foi dizendo.

E você é mais decrépito do que a minha amiga me falou, quase falei pra ele, mas, é claro, não falei… eu precisava da grana.

E falando em grana, a Nívea havia falado para eu cobrar no mínimo quinhentos, mas só o presente que eu havia comprado para o meu namorado custava quase o dobro disso.

Eu pensava ainda em como tirar mais grana do homem quando ele próprio deu a solução.

– Escuta, menina… eu te pago o quanto você quiser, se você realizar uma fantasia que a sua colega nunca quis realizar.

Logo imaginei que tinha bunda envolvida na fantasia do homem… a minha bunda.

– Eu realizo a sua fantasia, mas se incluir sexo anal, quero mil e quinhentos.

– Pago dois mil.

– Dois mil? Pra quantos eu tenho de dar?

Nunca faturei um dinheiro tão fácil… quer dizer, estava no meu início de carreira, ainda incerta se eu queria mesmo seguir essa vida, e já ia faturar uma grana alta, acertar as minhas contas, e até ficar com algum de sobra… para outras compras.

Eu só me perguntava se teria coragem de beijar a boca daquele homem, se conseguiria chupar o seu pau.

E é por isso que digo que foi dinheiro fácil.

O homem me deu uma sacola com roupas e um calçado, mandou que eu vestisse aquela roupa e depois fosse encontrar com ele numa casinha que tinha no meio do quintal.

Entrei num quarto, tirei a minha roupa, ficando só de calcinha, mas logo vi que tinha de tirar também, pois a roupa que ele havia me dado incluía um vestido estampado e uma calcinha que mais parecia a calcinha da minha avó.

Que coisa horrível!

Mas logo percebi que aquela era a fantasia do homem… eu estava me vestindo igual se vestia as moças da sua época.

Ele ia comer o cu de alguma namoradinha?

Ia, sim… e comeu.

Apareci no quintal como uma meninota dos anos 60, e ele logo me conduziu para dentro da casinha, me fez ficar encostada numa janela, olhando para fora, ergueu o meu vestido, baixou a minha calçola, e já foi ajeitando o pau na minha bunda.

– Não vai usar camisinha?

– Atrás não precisa, meu amor… e o dinheiro que eu tinha usei para comprar vaselina… olha como está lisinho, vai entrar fácil.

– Mas… – eu ia protestar, dizer que sem camisinha eu não transava, mas lembrei que estava na fantasia do homem e que naquela sua época não precisava mesmo de camisinha, a não ser que fosse na frente, para não engravidar.

Eu só não sabia se as meninas daquela sua época davam a bunda.

Davam, sim.

Eu dei.

Não sei se o homem tinha tomado viagra ou se era vigoroso por natureza, só sei que ele atolou o pau no meu cu e só tirou quando eu já não estava aguentando mais… estava ardendo.

Ficou me comendo, bombando, me agarrando os peitos, a xana, repetindo o tempo todo que me amava e que ia casar comigo… não sei quantas vezes gozou, e também não sei se gozei, pois saí de lá toda molenga, com uma soneira… e dois mil na bolsa.

E nem tive de beijar, chupar…

(…)

Na segunda vez que fui na casa do homem viúvo ele me fez vestir uma roupa de menino… sua fantasia era estar comendo o cu de um moleque que ele conheceu na adolescência.

Na terceira vez eu era a filha mais nova do prefeito da cidade.

Na quarta vez… eu já pensava em fazer fortuna com o dinheiro dele, fui chamada para mais um programa, mas encontrei a casa cheia, pessoas perguntando quem eu era, pessoas informando que ele havia morrido naquela manhã.

Outro velho viúvo

Logo depois daquele velho viúvo, me apareceu um outro viúvo, mais velho ainda, verdadeiro requenguela, o que me levou a acreditar que vida de garota de programa é transar só com velhos… homens que deviam estar cuidando dos netos e bisnetos e esquecer essas coisas.

Mas, grana é grana.

Dei um nó no meu namorado, mais um, e fui encontrar com o velho no Shopping Morumbi, para nos conhecermos, e assim que o conheci, falei que não tinha a menor chance.

– O senhor me desculpa. Não tenho nada contra fazer programas com homens de idade, mas o senhor… o senhor já passou da idade faz tempo… Vamos fazer o quê… ficar conversando, dormindo…?

– Ô menina! Agora você me matou. Eu tinha esperanças de… pelo menos mais uma vez, uma última vez… por isso te procurei, pois só mesmo uma profissional para… mas você acabou comigo.

Fiquei com dó do homem. Ia falar que ele já estava acabado por natureza, mas não falei, realmente fiquei com pena.

Mas nem por isso aceitei o serviço. Ficamos conversando, ele ficou me contando da sua vida sexual… quer dizer, da sua vida não sexual, pois me falava o tempo todo que na sua época não se tinha a liberdade que se tem hoje, e que…

Lembrei-o de que ele estava tomando o meu tempo.

– Você tem razão, mocinha. Mas sabe que só de conversar com você já me dá um prazer imenso, pois no meu tempo não haviam conversas assim entre um homem e uma mulher…

– Eu preciso ir embora.

– Eu sei, eu sei… eu pago suas horas, quanto você quer?

Pagar uma garota de programa só para conversar?

Saí do shopping mais de duas horas depois, com duzentos na bolsa.

– Mas eu costumo cobrar muito mais.

– Eu sei, eu sei… eu pago… pago bem mais… se você aceitar fazer uma coisa, pelo menos uma coisa.

Logo imaginei que ele queria ir comigo ao banheiro para eu chupar o seu pau.

Entrar com ele no banheiro até que não seria problema, pois eu podia passar por enfermeira, acompanhante, cuidadora, uma neta, ou bisneta, prestativa…

Mas chupar um pinto enrugado…!?

Eu já ia gritar um não bem estrondoso, para o shopping inteiro ouvir, quando ele me revelou que não era nada disso.

Perguntou se eu tinha namorado, falei que sim. Perguntou se o meu namorado sabia que eu era puta, falei que ele não sabia, mas que eu não era puta e…

E o que ele queria, o que ele me propôs, foi que eu fosse transar com o meu namorado na casa dele, para ele ficar nos olhando às escondidas.

– Já que não posso fazer, posso, ao menos, ver.

– Mas o senhor pode ver pela internet.

– Não é a mesma coisa… eu pago bem… Quanto você quer?

Quanto eu queria?

Eu queria era inventar um jeito de levar o meu namorado até a casa do homem, transar com ele lá… Mas como?

Só se eu inventasse uma história de que tomar conta da casa e que ele podia ir junto… Não ia dar certo.

Voltei para casa pensando no assunto, saí com o meu namorado, pensando no assunto, fomos numa festa de aniversário e foi na festa que encontrei um antigo amiguinho de infância e adolescência, eu com o meu namorado, ele com a namorada dele.

Era um falso amiguinho, na verdade, pois naquela época tudo o que ele mais queria era me comer.

Nunca comeu… mas será que queria ainda?

– Nunca mais vi a sua irmã… me dá o telefone dela.

E foi depois de uma ligação para a menina, durante a semana, que cheguei no telefone do irmão… quer dizer, do meu falso amiguinho, e perguntei se ele queria me comer.

Tá bom… não fui falando assim, mas entrei nuns papos, descobri onde ele trabalhava, e quando vi que era mais ou menos perto de onde o velho havia falado que morava, fui entrando mais diretamente no assunto.

– Eu vou quase toda semana numa casa por ali… se você quiser me ver…

– Te ver…? Mas… ver, tipo assim…?

– É… tipo assim, por que não? Não é o que você sempre quis.

– É… claro! Mas…

– Já sei, você tem namorada, eu tenho namorado… fica um segredinho só nosso, que tal?

Segredinho?

Segredão, isso sim. Combinei com o velho, marquei dia e hora, o menino deu um nó no serviço, e passamos uma tarde inteira juntos, num quarto que mais parecia uma suíte de motel, com hidromassagem e tudo o mais… e, é claro, uma parede com espelho falso, para o velho ficar olhando a gente.

Estranho transar sabendo que tem gente olhando.

Mas o menino não sabia disso e também nem quis saber por que, de repente, eu estava ali com ele. Ele só quis descontar as muitas vezes que eu havia falado não, e me comer, me comer e comer… tudo o que tinha direito, e também o que não tinha.

– Aí não é lugar, menino.

– Claro que é! Era o que eu mais queria quando você era novinha.

– Tá bom! Mas vai devagar… eu nunca fiz.

(…)

O menino saiu de lá de tardezinha, ouvindo eu dizer que era só aquela vez, e pensando na desculpa que ia inventar no serviço.

Fiquei mais um pouco, para receber a grana do velho e…

– Menina… vi tudinho… você acredita que até tive uma ereção?

– Nem vem, vovô… estou cansada demais por hoje.

– Eu sei, eu sei… mas noutro dia, amanhã…

– Mas… o senhor acha mesmo que vai conseguir, e que eu…

– Eu tomo remédio… vou comprar.

– Não é isso! Eu… eu não vou ter coragem de… de…

Mas tive de ter coragem, tive de voltar lá no dia seguinte, no dia seguinte ao dia seguinte…

Ele me pagava, e pagava bem, mas não era esse o único motivo que me fazia voltar lá, beijar a sua boca, chupar o seu pinto enrugado… duro, pelo viagra, mas enrugado…

O motivo era que o bendito desgraçado havia filmado tudo, e também, pelo que ouviu, sabia que aquele menino não era o meu namorado.

– Ou você dá, menina…ou mostro para o seu namorado.

Foi assim mesmo que ele falou, depois de revelar que até já sabia quem era realmente o meu namorado… havia mandado investigar.

Tive de dar outra e outras vezes, não é?

Meus dois primeiros cabaços

Tive um lance com dois meninos, irmãos gêmeos, que foram virgens até os 18 anos de idade.

Eu, que nunca tinha tirado um cabaço, achei o máximo descabaçar os dois ao mesmo tempo, enquanto os pais viajavam e a empregada dava cobertura.

A verdade é que os meninos, criados feito bobocas pelos pais, quase nem sabiam conversar direito com as meninas e, por questões empregatícias e trabalhistas, se viam no direito de comer a empregadinha.

 Acontece que a menina, muito mais novinha que eu, também tinha um namorado, e era mais que fiel a ele… e era bem espertinha.

Um dia eu estava numa pracinha, aguardando um cliente, quando ela se aproximou.

– Escuta… desculpa eu perguntar, mas você faz programa, não é?

Fiquei admirada, indignada, já ia perguntar se havia alguma coisa que me denunciava, já ia falar que não atendia mulheres, quando ela, se antecipando, explicou a situação dos meninos.

– Eles não me dão sossego e…

Dei o preço, ela falou que o patrão pagaria… quer dizer, que ia pegar o dinheiro escondido. E falou também que eu não podia revelar que sou garota de programa, que eu devia passar por prima dela, seduzir um menino, seduzir o outro…

Seduzir?

A ideia dela era que eu transasse com um menino de cada vez, cada um num dia, mas acabei fazendo tudo num dia só.

Fui até a casa, dei mole para um dos meninos, o outro, percebendo, não desgrudou… me tranquei com os dois no quarto.

Dois cabaços, serviço completo.

Descontando o fato de que nas suas primeira primeira vez… nas primeiras enfiadas, os dois já foram logo gozando, até que os meninos se saíram bem.

Foi a primeira vez que transei com dois ao mesmo tempo, mas não a última, pois os dois gostaram da ideia de comer a prima da empegada, deram um descanso nas suas investidas contra a empregada, e passei a visitar a casa quase todas as semanas, até o dia que os pais chegaram antes do previsto, sem avisar, a empregada não teve tempo de avisar, e me pegaram na cama com os dois meninos.

A mãe fez um escândalo que achei muito descabido, gritando o tempo todo que eu havia desvirtuado os meninos.

Mas o que elas queriam, que eles fossem virgem para sempre?

O pai não fez escândalo, só ficou olhando, e depois, me acompanhando até o portão, pediu o meu número de telefone.

– Sei que você não é prima dela coisa nenhuma… Você atende no meu escritório?

Homem safado!

Meu chefe queria me comer

Por muito tempo levei uma vida dupla: estudava, namorava, e fazia programas… e precisava justificar a origem do dinheiro que eu ganhava, não para o imposto de renda, mas para a minha família, para o meu namorado.

Por algum tempo eu enrolava, dizendo que estava fazendo um bico lá não sei aonde, perto de não sei do quê, visitando não sei quem, e ganhando uns tantos…

Mas quando essa enrolação já não grudava mais, tive de arranjar um emprego de verdade.

E dei sorte, logo arrumei para trabalhar seis horas por dia num telemarketing.

E dei azar, logo descobri que eu não tinha o menor tino para a coisa, não sabia como conduzir as ligações, ficava ouvindo impropérios das pessoas, alguns me chamando de puta, outros me mandando tomar no cu…

E dei sorte, ia pedir a minha demissão, quando o meu supervisor me chamou numa salinha e, assim, do nada, na maior, sem qualquer cerimônia, falou que a sua maior vontade era transar comigo.

– Mas como? O senhor deve estar brincando… tenho namorado, não sou dessas, e…

– E pode ir pra rua, então, pois você não vende nada, só arruma confusão com os clientes…

– Tá certo. Eu ia mesmo pedir a minha demissão.

– Ia? Não pede, não…

– Como não? Não está me dizendo que não sirvo pra nada?

– Quem disse isso? Serve, sim… Eu te arrumo um outro serviço, você fica aqui na minha sala, eu…

– Pode parar! Pelo que estou vendo, eu sirvo é para outra coisa, não é?

– Bom… é que…

– O senhor fique sabendo que tenho namorado, gosto muito dele, não sou dessas, não fico sacaracoteando com qualquer um e… e posso ir na diretoria, agora.

Coitado!

O homem, 42 anos, casado, 16 anos de empresa, estava cagando nas calças. Também, com a dramatização que eu fiz. Só faltou se ajoelhar, mas perdão ele pediu umas trinta vezes.

– Está bom… mas vai ser uma vez só, hem! – falei, de repente, deixando o coitado mais que confuso.

– Uma vez… como assim?

– Ué! O senhor quer as coisas, me propõe, e depois não sabe o que é? Onde é que eu vou trabalhar e o que vou fazer?

Pela forma direta como o homem havia me cantado, cheguei a pensar que fosse um comedor daqueles e que já tinha comido todas ali da empresa. Por isso eu imaginava um motel, uma noite, uma tarde, coisa assim…

Mas qual o quê!

Logo descobri que eu era a única mulher na sua vida que ele havia cantado… e assim mesmo, depois de ensaiar mil vezes, beber boas doses de uísque, e aproveitar que eu estava numa situação de inferioridade.

E tem mais… cagão feito ele só, com o maior medo que a mulher descobrisse, queria fazer a coisa ali mesmo, na empresa, ou antes do primeiro expediente ou depois do último expediente… quer dizer, ou eu chegava bem mais cedo que todos e transava com ele, ou teria de voltar de noite, quando todos saíssem.

Escolhi transar de manhãzinha, pois sempre fui madrugadeira.

E como ia ser ali mesmo, já fui preparada, com blusa, saia, tudo no jeito para levantar, baixar, cravar, levantar, baixar, e ninguém viu, ninguém sabe.

Mas quase que todo mundo fica sabendo, pois os vinte e tanto minutos que a gente tinha para transar, antes que começasse a chegar gente, foram só para tentar diminuir o nervosismo do homem.

Nunca vi coisa igual. Ele meio que temia, meio que não sabia o que falar… e o o pau meio que não endurecia.

Verdade é que não endurecia de jeito nenhum, parecia querer se esconder no meio das pernas dele.

Peguei, chupei, me esfreguei de bunda, de coxas, mas, no final, só para não deixar ele tão na pior, vendo o tempo se esgotar, juntei numa mamada misturada com punheta e fiz ele gozar… na minha boca.

– É que eu estava nervoso… eu estava nervoso… eu… – ele ficava me falando, durante todo o meu expediente naquele dia, no dia seguinte… – É que eu estava nervoso, eu nunca…

E foi então que ele me revelou o quanto havia sido difícil pra ele me passar aquela cantada.

Mas acalmei o homem.

Dias depois, numa nova tentativa, ele até conseguiu ficar de pau duro, mas foi só o suficiente para me pegar por trás, me penetrar, dar umas bombadas e gozar.

Na terceira vez ele já estava mais calmo… e foi se acalmando cada vez mais, com o tempo… ele nunca descobriu a minha função dupla, mas eu, por conta da minha função dupla, fui descobrindo como fazer para que ele não gozasse tão rápido.

Ele já até conseguia ficar um bom tempo me comendo… e me comeu por muito tempo.

Bom homem!

Voltando à adolescência

Casos de homens fantasiando um retorno à sua juventude e adolescência tive muitos e até já contei um deles. Mas este eu faço questão de destacar.

O cliente era novo e já havia ligado várias vezes, estava até me enchendo, me fazendo perder tempo, mas ele queria explicar detalhadamente como deveria ser o atendimento.

Queria um período normal, de duas horas, mas me pagaria pelo dia inteiro, desde que eu não atendesse mais ninguém naquele dia.

Explicou sobre como eu me vestir e agir, para que ele pudesse realizar a sua fantasia.

Mal imaginava eu que a fantasia dele seria também a minha.

Cuidei para ter uma alimentação leve, deixar meu intestino em ordem.

Fantasiei um pouco mais na hora de fazer a chuquinha, deixar tudo limpinho.

Fiz com água morna, mas depois injetei bastante água fria, para contrair novamente, deixar apertadinho, como se fosse uma menininha de 13 anos na sua primeira experiência anal, como queria o cliente.

E depois a roupa…

Um vestidinho simples, estampado, uma calcinha à moda antiga, daquelas grandonas… para que eu me parecesse com uma menininha morando do interior.

Ele apareceu com o restante da fantasia.

Era um homem de quase cinquenta anos, que chegou de terno e gravata, mas que logo trocou tudo por uma camiseta e bermuda (calça curta), e carregava na mão um pote de vaselina… dispensou o meu gel.

– Você é a minha menina, vai dar o cu para mim, não vai doer, menina…

Ele ficou repetindo aquilo o tempo todo e em pouco tempo eu já me sentia mesmo uma menina de 13 anos, lá na minha cidade do interior, no meio do cafezal, sob uma jabuticabeira, erguendo o vestido, baixando a calcinha até o meio das coxas… dando o cu para o menino, só o cu.

E ele me comeu, comeu, comeu…

Sinceridade… eu é quem devia ter pagado pelo programa.

Levando o garoto na zona

Certa vez um cliente pediu um atendimento a domicilio, no seu escritório, num dos últimos andares de um edifício na Avenida Paulista (São Paulo – SP).

Apesar de ser um homem ainda novo, beirando os 50 anos, ele não queria transa, apenas um boquete caprichado e a grand finale com a mão, no banheiro.

Caprichei tanto que não apenas o cliente virou freguês, como também me indicou como altamente recomendável e, desde então, toda semana, sempre reservo uma tarde para visitar alguns escritórios e seus grandes executivos… sempre sem transa, servicinho rápido e altamente remunerado.

Noutro dia, no entanto, tive de transar.

Um dos novos clientes queria que eu iniciasse o seu filho.

Contou-me que no seu tempo era comum alguém da família, até mesmo o pai, levar “o debutante” à zona, para a sua primeira metida, mas que agora queria fazer o contrário… levar a zona até o menino.

E a zona era eu, claro.

Fui até o escritório, primeiro aliviei o homem, depois entrei na sala onde estava o garoto.

E era um garoto mesmo, não tanto pela idade, mas pelo desenvolvimento.

Logo vi que o carinha entendia tudo de empresas, dinheiro, negócios, mas nada de trepadas.

E mais logo um pouco descobri que ele era um material desperdiçado e que podia ganhar muito dinheiro com filmes pornôs, não fosse um futuro executivo.

Medi apenas com as mãos, mas calculei 23 cm no mínimo… e grosso, super grosso.

Moral da história: o atendimento de meia hora transformei em uma hora e meia. Ensinei o garoto a transar e, depois, recebendo os meus honorários, expliquei ao pai que havia dado um curso intensivo ao garoto, mostrando tudo a ele, tudinho.

Só não falei que quem mais gozou fui eu.

Não foi só a caipirinha que subiu

Meu grande segredo, que espero nunca seja descoberto, é a minha vida dupla.

Meu nome verdadeiro é outro, minha vida pública é a vida de uma menina de família, que trabalha, estuda e tem um namorado por quem é apaixonadíssima. E é correspondida.

Minha vida secreta é a de uma menina que faz programas com homens carentes por sexo e que podem me pagar boas quantias por um boquete, uma punhetinha, uma transa, ou mesmo tudo isso junto.

Vivo para realizar fantasias masculinas.

Com mulheres não sou muito chegada.

Na minha vida secreta tudo o que tenho são clientes, com quem mantenho o mínimo necessário de contatos.

Na minha vida pública tenho amigos, amigas, saio com eles para me divertir, quase sempre com o meu namorado junto, e tenho, também, como todo mundo, aquelas coisinhas público-secretas…

Melhor eu contar.

Chegou o feriadão e fomos para a praia, eu, meu namorado, a Lua, minha mulher amiga, e o Renato, namorado dela. Namorado mesmo, de longa data, já falando em casamento, mas que… sabe preparar uma caipirinha como ninguém.

E ele demonstrou isso lá no apartamento da praia, quando queríamos fazer uma batida com vodca, mas só tinha cachaça… e das bravas.  Na verdade, não era nem cachaça, era pinga mesmo, daquelas tipo Colombo… cada gole um tombo.

Mas não é que o menino ajeitou o limão, caprichou no açúcar, moeu algum gelo, misturou mais um “não sei o quê”, que ele não revelou, e o negócio ficou gostoso, delícia, quero mais, me dá mais, faz mais…

Quatro bêbados no apartamento, dois homens só de sunga, duas mulheres só de biquíni… com meio biquíni, pois a Lua derrubou caipirinha no sutiã e antes que ela decidisse o que fazer, os dois homens já estavam limpando seus seios… com a língua.

– Hey! Seus putos! Ninguém me limpa, não? – falei, despejando quase meio copo sobre os meus peitos. E, de imediato, os dois estavam me limpando… quer dizer, me chupando os seios.

– Hey! Mas… Tá ardendo. Tá ardendo. Me ajudem.

Era a Lua, bobona (será) que havia derramado caipirinha dentro da calcinha do biquíni… Só tinha de arder mesmo. Ficou com a xana pegando fogo.

Aí… coisa que ninguém podia imaginar, de um momento para outro, virou putaria geral, e logo, quem gritava que estava ardendo eram os rapazes, a cada vez que enfiávamos seus pintos duros em nossos copos.

Logo vi que a Lua estava mais interessada em socorrer o meu namorado, que o dela… chupava que fazia gosto. Quem diria!

Entrei no jogo também… o resto nem dá para contar.

A curra e a vingança da noiva

Essa foi uma das histórias mais folclóricas que já vivi… e digo folclórica, porque expõe certas verdades que ninguém quer acreditar… principalmente os homens, pobres inocentes.

Tudo começou quando fui chamada para uma programa e não teve programa. Foi numa casa transformada em escritório, bem ali pros lados da estação Paraíso do metrô.

Era um rapaz ainda moço, por volta dos 25 anos, e estranhei que ele precisasse dos meus serviços, pois era muito bonito, sexy, e tinha uma boa conversa, além de dinheiro e um carrão no estacionamento da casa… quer dizer, devia chover pererecas na horta dele.

Mas ele não precisava mesmo. Fiquei pouco mais de meia hora e só conversamos, combinamos preços, e também os detalhes, muitos detalhes. Em poucas palavras ele me explicou o queria.

– Vou casar e quero dar uma despedida de solteiro, só rapazes, numa festa aqui mesmo, na minha empresa.

– Sei. E onde eu entro nessa festa?

– Você não entra… você sai.

– Anh!?

– Sabe aquela brincadeira do bolo gigante, de onde sai alguém, tipo um Papai Noel…?

– Entendi. Mas vou sair de Papai Noel numa festa de despedida de solteiro?

– Claro que não… sua burrinha! É para sair com uma roupa de streaper e…

– Tô sabendo, não é? Só brinquei. E burrinha é a digníssima senhora… quero tanto.

– Ainda bem que não completou. Se colocasse a minha mãe no meio…

– Mas colocar a mãe no meio não é problema… o problema é colocar no meio da mãe.

– Boa essa! Mas vamos falar sério, tratar dos negócios. Eu pago a quantia que você pediu, você vem no bolo e…

– Parou! Eu faço programas, posso até fazer streap, posso dançar, mas bolo eu não sei fazer nem de fubá… e também não sou marceneira, não tenho como…

– Tá certo! Tá certo!

Ele se encarregou, então, de arranjar a caixa do bolo e o bolo, meu trabalho era só chegar por ali antes dos convidados e aguardar, escondida, numa das salas, até chegar a hora de entrar no bolo e me arrastarem para o ambiente da festa.

Aproveitei o adiantamento (e que adiantamento!) para comprar um conjunto de lingerie bem sexy e apropriada, e no dia da festa, um sábado à tarde, eu estava pronta para fazer a surpresa para a rapaziada.

Só não imaginava que a surpreendida seria eu.

Escondida na sala, eu via a festa começar e a coisa animar, conforme a rapaziada bebia e se soltava. Eram uns quinze rapazes, pelo que contei, alguns bem novinhos e outros já bem passados.

Eles não tinham ideia do que estava para acontecer, até que o noivo anunciou o bolo. Escondi-me dentro e logo fui levada para a sala, até que, conforme o combinado, apareci de dentro do bolo, para alegria geral.

Foi uma algazarra só. Me tiraram do bolo, me puxaram pela sala, me passaram a mão, me agarraram por trás, como se estivessem me comendo… e quando vi, já estavam mesmo me comendo ou, pelo menos, tentando.

Parei tudo e protestei com o noivo, quando vi que a maioria deles já estava com seus paus de fora, e alguns já tinham até me encoxado.

– O combinado foi eu aparecer e fazer um streap tease. – falei para o rapaz.

– Mas você não fez o streap ainda.

– Pois é! Já está todo mundo querendo me comer… e não combinamos isso, não vim para transar.

Eu não tinha mesmo pensado em transar, nem fazer outras coisas… não estava no trato que fiz com o noivo… mas como sair daquela situação, com todos eles me agarrando, me tirando a roupa, me fazendo pegar seus paus, e gritando:

– Transa, transa, transa…!

– Eu transo… mas quero o dobro do valor combinado. – falei para o noivo.

– Eu é que não vou pagar mais. Cobra deles aí! – ele falou.

– Eu pago, eu pago… quanto é? – falou e perguntou um deles, no que foi logo seguido por outro mais, por todos eles.

– Eu quero uma transa!

– Eu quero só um boquete!

– Eu quero a bunda!

Sem escapatória, logo comecei a colocar preço:

– Transa é tanto, boquete é tanto, atrás é duas vezes tanto… e eu não tenho camisinha pra todo mundo, vão ter de arranjar.

Não sei de onde, mas apareceram com uma caixa de camisinhas, e nunca transei tanto como naquele dia, nunca peguei tanto pau, nunca chupei… nunca levei atrás…

Era em pé, de frente, por trás, sobre a mesa, sofá, cadeira, na copa, banheiro, dando pra um e chupando outro, segurando o pau do outro, dos outros.

Foi uma verdadeira curra.

Terminei o dia em pandarecos. Com a bolsa cheia de dinheiro, mas em pandarecos.

E sequer comi um pedacinho daquele bolo.

(…)

Mas a história não terminou aí.

Já na semana seguinte fui procurada por uma moça que queria saber de todos os detalhes daquela festa. Não sei como ela descobriu sobre o bolo e menos ainda como me descobriu, mas ela queria saber se o noivo também tinha participado do prato principal.

– Nem sei, moça. Acho que todo mundo ali me comeu e…

– E ele também, não é?

Não tive como negar.

E também não tive como me negar ao seu pedido, diante da oferta em dinheiro que ela me fez.

– Você me arruma uns quatro ou cinco garotos de programas, marca com todos eles num motel… Se arranjar mais, tudo bem, eu pago. Vou fazer uma despedida de solteira com você e eles, o que achas?

O que achei foi que tive de alugar uma van para levar todo mundo… eu e mais seis. ela foi com o próprio carro, transou com todos eles, fez tudo o que tinha direito e também o que não tinha… até me chupou. E no final me agradeceu, dizendo que agora podia se casar… vingada.

Hotel garagem e a história da menina

Quem está nesse ramo tem de se sujeitar a cada coisa, como, por exemplo, pular o muro para transar na garagem do vizinho ou, se não bastasse, pular o muro para transar com uma menina.

É que tenho umas clientes… ela foi a minha primeira cliente.

Além de transar comigo, ela gosta de me contar a sua história, sempre a mesma história.

Não sei se o prazer dela vem das minhas carícias em suas partes, se vem da história que ela sempre me conta, mas que não sei se é verdadeira ou pura fantasia, ou se vem das duas coisas juntos, porque depois que recebe as minhas carícias e conta a história, é a vez dela fazer carícias em mim, me chupar toda…

Vou contar a história que ela sempre me conta.

Hoje estou próxima de fazer 19 anos, faz alguns meses que entrei na faculdade, e foi lá, entre mil e tantos meninos lindos, que conheci o meu atual namorado.

Ele também é lindo, é carinhoso, é gostoso, mas logo na primeira vez que fomos a um motel, depois daqueles momentos mais quentes, quando descansávamos esperando a próxima, ele começou a passar a mão em certa parte da minha anatomia e tascou a pergunta:

– E essa bundinha?

– Mas o que é isso, amor? O que você está pensando de mim? Pensei que você me amasse…

– Mas eu te amo.

– … que me respeitasse.

– Mas eu respeito.

– … que não viesse com essas propostas indecentes.

– Desculpa, então. Eu só pensei que…

– Pois não pense mais. – falei, deixando bem claro que não ia fazer anal com ele.

Não naquela primeira vez. – repeti, mentalmente.

Mas nem sei como falei isso, como me segurei, porque a minha vontade mesmo era logo dizer: Eu dou. Eu quero. Come. Eu adoro…

E realmente eu adoro. Mas pudera! Do jeito que o meu primeiro namoradinho fez comigo, do jeito que ele me iniciou por trás, do jeito que ele…

Vou contar.

Eu estava no primeiro ano do colégio e havia um menino na minha sala que era vidrado em mim, chegou até a me mandar bilhetinho pedindo para ficar com ele.

Respondi com todo carinho que não queria, mas fiquei até com uma certa dó, pois imagino que o menino deva ter sofrido muito com aquela paixão.

Mas por falar em paixão; como toda menina da minha sala e da minha idade, eu estava também interessada era num menino do terceiro ano e até sofri um pouco quando o menino fez comigo a mesma coisa que eu tinha feito com o menino da minha sala: não me quis porque me achava muito criança.

E foi nessa que um terceiro menino entrou na parada, primeiro porque deve ter ficado com dó de mim, depois porque queria realmente me namorar, queria gostar de mim e queria que eu gostasse dele.

Namoramos por mais de três anos e só terminamos por desgaste natural… quer dizer, acho que acabou a paixão, o fogo, e fomos nos afastando.

De vez em quando a gente se encontra, mas namoro não existe mais, faz tempo.

Mas foi esse, o Duda, quem me iniciou, primeiro atrás, depois na frente.

Mas mesmo depois de iniciada na frente, nunca abandonamos o atrás, simplesmente porque fiquei viciada.

Tudo começou nos nossos primeiros pegas mais “violentos”, quando sua mão já tinha livre trânsito pelas partes mais íntimas do meu corpo, menos uma, e eu já sabia o que era um pênis, de pegar na mão e tudo… quer dizer, o tudo ainda não.

Mas um dia ele me colocou nas coxas, sem baixar a calcinha, que não deixei.

E foram várias vezes assim, até que concordei em colocar nossos sexos frente a frente, mas sem penetração, só esfregação… coisa mais deliciosa.

(…)

Sinceridade, não sei porque a menina me conta sempre essa mesma história toda vez que transamos… eu fico mexendo na xaninha dela e ela fica me contando…

Ah… sim!

Tem o detalhe do muro, da garagem…

É que na primeira vez que ela me procurou para transar, dizendo que bem sabia o que eu fazia e que me pagaria por um programa, foi numa noite em que eu estava chegando em casa da faculdade, e não tínhamos aonde ir… ela deu a ideia de pular o muro e ficarmos na garagem da casa do vizinho, que estava viajando.

Ah… sim! (2)

Duas coisas acabei aprendendo com essa menina: que minha vida dupla secreta já não é tão secreta… e que chupar buceta não é tão ruim assim, na verdade até que é…


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